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Afasc inicia projeto de cinoterapia com alunos de CEIs

Cães

Atividade será realizada todas as quintas-feiras em uma parceria com a Polícia Militar

Por Lucas Renan Domingos17 de abril de 2025 2 min de leitura
Foto: Thais Borges

A Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc), em parceria com o Canil K9 do 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM), deu início, nesta quinta-feira, dia 17, ao projeto "Cinoterapia – Uma atividade assistida por cães/Mascote Amigo". A iniciativa, que utiliza a interação com cães para promover o desenvolvimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), busca proporcionar um avanço no cuidado e na inclusão infantil na região.

A presidente de honra da Afasc, Gisele Bolan, ressalta a importância da colaboração entre a Polícia Militar e a Educação Infantil da Afasc. "Essa técnica terapêutica tem ajudado muito no desenvolvimento das nossas crianças, quebrando barreiras e contribuindo para a melhoria da saúde social, com o aumento da capacidade motora e o desenvolvimento de habilidades", destaca.

Benefícios da cinoterapia para crianças com TEA

Na ação, cinco crianças dos Grupos 4, 5 e 6 dos Centros de Educação Infantil (CEIs) da Afasc, diagnosticadas com TEA, participaram da atividade no batalhão. A terapia, que será realizada semanalmente às quintas-feiras, utiliza a interação com cães para promover melhorias físicas, emocionais e sociais nas crianças.

"Essa terapia traz benefícios emocionais e melhora na qualidade de vida das nossas crianças. Ela ajuda muito na comunicação e é uma ótima forma de socialização. A equipe da Polícia Militar tem proporcionado um ambiente acolhedor, garantindo o desenvolvimento da atividade com qualidade", explica a coordenadora do DEI, Taís Freitas.

Cinoterapia: uma técnica terapêutica eficaz

A cinoterapia, também conhecida como Terapia Assistida por Cães (TAC), utiliza a interação entre pessoas e cães para melhorar a saúde física, psicológica e social. A técnica tem se mostrado eficaz no tratamento de diversas condições, incluindo o TEA.

Colaboração: Milena dos Santos/Afasc

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