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Influenza

Apenas 45% do público prioritário já se vacinou contra a gripe em Criciúma, afirma secretário

Jovem morreu nesse domingo, dia 17 com suspeita de influenza

Por Leonardo Minatto

2 min de leitura

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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Mais de 30 mil pessoas do grupo prioritário ainda não se vacinaram contra o vírus influenza em Criciúma. Em entrevista ao Portal Engeplus, Deivid Freitas, secretário de Saúde do município, afirmou que o número representa mais de 45% da cobertura. O objetivo é alcançar 90%. Nesse domingo, dia 17, uma morte por suspeita da doença foi registrada. A vítima é Daniel Dutra Mattos, de 24 anos.

Segundo o secretário, a Secretaria de Saúde aguarda o laudo de causa da morte, que deve ser divulgado até o fim desta semana ou começo da próxima. Se o óbito tiver sido causado pelo vírus influenza, esta será a quarta morte registrada em Criciúma. De acordo com o secretário, as outras três vítimas são pessoas idosas.

Vacinação

O secretário de Saúde informou que, no começo da campanha de vacinação contra a gripe, que teve o Dia D em 28 de março, a procura pela aplicação da medicação foi maior. “No início, vimos que houve uma grande procura da população, mas com o passar das semanas, ela vem diminuindo”, destacou.

Conforme Freitas, para contornar esta falta de busca, o município vem intensificando a campanha de vacinação, por meio de mais propagandas e divulgação.

Ainda não há data para a liberação pública da vacina. “O Ministério da Saúde ainda não liberou, mas quando isso acontecer, vamos colocar em prática novas estratégias para alcançar a maior parte possível da população”, explicou.

Saiba quem integra a lista dos grupos prioritários:

  • Idosos a partir de 60 anos;

  • Crianças entre 6 meses até os menores de 6 anos;

  • Gestantes;

  • Puérperas;

  • Pessoas com comorbidades;

  • Profissionais da saúde;

  • Povos indígenas;

  • Quilombolas;

  • Pessoas em situação de rua;

  • Professores;

  • Pessoas com deficiência permanente;

  • Caminhoneiros;

  • Trabalhadores do transporte coletivo rodoviário e salvamento;

  • Profissionais das Forças Armadas;

  • Trabalhadores portuários;

  • Trabalhadores dos correios;

  • População privada de liberdade, funcionários do sistema de privação, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas;

  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais independentes da idade.

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