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Após análise do TCE, diretoria do Içaraprev se manifesta e defende legalidade de investimentos

Em nota

Instituto emitiu um comunicado na tarde desta quarta-feira, dia 3

Por Patrick Stüpp03 de junho de 2026 3 min de leitura
Rovena Rosa/Agência Brasil

Após o Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/SC) apontar irregularidades nos investimentos, a diretoria do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais de Içara (IçaraPrev) se pronunciou na tarde desta quarta-feira, dia 3. A entidade apontou que todas as decisões foram fundamentadas em critérios técnicos e relatórios de consultoria especializada contratada entre os anos de 2013 e 2021.

“Ressaltamos que as oscilações desde fundo imobiliário não prejudicaram significativamente a saúde financeira do Içaraprev. O patrimônio manteve-se sólido, acumulando rendimento de 36,33% entre 2017 e 2020 - período apontado na análise do Tribunal de Contas. Esse resultado superou os rendimentos de instituições com estruturas maiores, atestando a segurança e a responsabilidade da gestão”, afirmou Marcos Rossi, presidente do Içaraprev.

A análise do TCE/SC julgou como irregulares os investimentos realizados em fundo imobiliário estruturado com participação de empresas ligadas à corretora Planner e ao Banco Máxima, posteriormente transformado em Banco Master. Os servidores responsáveis e a empresa de consultoria de investimentos deverão ressarcir 2.395.148 aos cofres públicos. A decisão da Primeira Câmara foi tomada na sessão virtual concluída em 29 de maio de 2026. O processo tramitou sob a relatoria do conselheiro Aderson Flores. A instrução técnica ficou a cargo da Diretoria de Contas de Gestão (DGE).

TCE apontou prejuízo

O débito imputado aos responsáveis corresponde ao prejuízo apurado em Tomada de Contas Especial instaurada em 2021 para examinar a aplicação, no período de 2017 e 2018, de R$ 3,3 milhões no Brazilian Graveyard & Death Care Services Fundo de Investimento Imobiliário (CARE11) - fundo listado na B3 com carteira concentrada no setor de cemitérios e serviços funerários. No entanto, a diretoria afirmou que o prejuízo apontado pelo TCE não está consolidado.

“Estamos trabalhando junto com mais de outras 50 instituições de previdências municipais de todo o país que também investiram neste fundo imobiliário para reverter este quadro. Os servidores do município de Içara podem ficar tranquilos, que tudo está sendo gerido com responsabilidade e o plano de previdência continua equilibrado”, afirmou Rossi.

Todas as decisões de investimento foram fundamentadas em critérios técnicos e relatórios de consultoria especializada contratada por nós do Içaraprev de 2013 a 2021.

Ressaltamos que as oscilações deste fundo imobiliário não prejudicaram significativamente a saúde financeira do IçaraPrev. O patrimônio manteve-se sólido, acumulando rendimento de 36,33% entre 2017 e 2020 - período apontado na análise do Tribunal de Contas. Esse resultado superou rendimentos de instituições com estruturas maiores, atestando a segurança e a responsabilidade da gestão.

O prejuízo apontado pelo TCE não está consolidado e estamos trabalhando junto com mais de outras 50 instituições de previdências municipais de todo o país que também investiram neste fundo imobiliário para reverter este quadro. Os servidores do Município de Içara podem ficar tranquilos, que tudo está sendo gerido com responsabilidade e o plano de previdência continua equilibrado.

Ressaltamos que nao há nenhuma relação do caso com o banco Master e que a gestão do fundo imobiliário citado é feita pela Zion Investe.

O Banco Máxima citado pelo TCE foi assumido por Daniel Vorcaro em 2019 e o banco Master foi criado em 2021, período posterior aos investimentos feitos em 2017 e 2018.

Marcos Rossi - diretor- presidente do IçaraPrev

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