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Balneabilidade: saiba quando um ponto é considerado impróprio e os cuidados após chuva intensa

IMA

Os resultados são divulgados individualmente no Sistema de Balneabilidade

Por Fillipi Debrida18 de setembro de 2026 2 min de leitura
Eduardo Valente | GOVSC

O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) mantém o monitoramento da balneabilidade em todo o Litoral catarinense durante o ano. Com a ocorrência de chuvas intensas, pode haver alteração temporária na qualidade da água, principalmente porque o escoamento superficial pode transportar para rios, canais, galerias e para o mar materiais e microrganismos presentes no ambiente urbano.

O IMA detalhou ao Portal Engeplus que, durante o período entre abril e setembro, as coletas dos pontos que integram o monitoramento regular são realizadas mensalmente, conforme o cronograma previamente estabelecido pelo Instituto. A partir da temporada de maior utilização das praias, as coletas passam a ser realizadas semanalmente.

De acordo com o último relatório divulgado pelo IMA, realizado na última semana de agosto, entre os municípios monitorados, como Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota, Balneário Rincão, Imbituba, Jaguaruna, Laguna e Passo de Torres, apenas dois pontos foram apontados como impróprios para banho: Balneário Rincão e Arroio do Silva.

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Segundo o IMA, os resultados são divulgados individualmente no Sistema de Balneabilidade e seguem os critérios estabelecidos pela Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Os pontos tornam-se impróprios em duas ocasiões.

A primeira regra está relacionada às cinco semanas. Se em mais de 20% dessas coletas for registrado resultado acima de 800 unidades da bactéria Escherichia coli, o ponto torna-se impróprio. Ou seja, se, entre as últimas cinco amostras, duas apresentarem esse resultado, a qualidade da água é considerada imprópria. A outra regra está relacionada à última análise: caso apresente resultado superior a 2 mil unidades da bactéria, o ponto é considerado impróprio.

Chuva

O instituto recomenda evitar o banho de mar nas primeiras 24 a 48 horas após chuvas fortes, especialmente nas proximidades de saídas de canais e galerias de passagem de esgoto. “Assim, caso sejam registradas chuvas mais intensas ou persistentes no período, pode haver alteração pontual das condições de balneabilidade”, explicou o instituto em nota ao Portal Engeplus.

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