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Criciúma

Banda Marcial da escola Oswaldo Hülse será homenageada na Câmara

Alunos conquistaram o primeiro lugar na categoria infantil do Confabansul

Por Thiago Hockmüller

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Foto: Divulgação

A escola Oswaldo Hülse, localizada no bairro São Francisco em Criciúma, está em festa. No último dia 29, alunos do 5º ao 9º ano, coordenados pelo professor Elienai Pedro Moreira e corpo coreográfico da professora Karlis Rejane Fernandes da Silva, conquistaram o primeiro lugar no Concurso Sul Brasileiro de Bandas e Fanfarras (Confabansul) disputado no município de São Francisco do Sul.

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Na noite desta segunda-feira, dia 7, a escola será homenageada com Moção de Aplauso durante a sessão da Câmara de Vereadores. “É a primeira conquista da escola em 30 anos de banda. Foi uma experiência muito boa. Como foi o primeiro ano, eles estavam muito apreensivos. Eu já havia participado de concursos com a Banda Cruzeiro do Sul, mas em outra linha. A banda Marcial é de marcha. Tínhamos vários concorrentes e fomos para ganhar experiência”, explica Moreira.

O colégio foi fundado em 1986 e atualmente, sob gestão de Marisa Manoel dos Santos e Marilda da Silva Hemenegildo, atende cerca de 625 alunos. A escola recebe Educação Infantil e Ensino Fundamental, nos períodos matutino, vespertino e integral. Já o turno da noite é voltado ao Programa de Educação de Jovens e Adultos (Proeja), com estudantes a partir dos 15 anos de idade.

A banda conta com 90 integrantes, cerca de 75 participaram do Confabansul, que é uma competição regional e conta com a participação de escolas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Segundo Moreira, mais de 1,6 mil alunos participaram desta edição.

De Boston, uma grande contribuição

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Para participar do Confabansul, os alunos se deslocaram em dois ônibus, resultado de uma parceria com a prefeitura. Os gastos com alimentação também foram minimizados com doações e atividades de arrecadação de fundos. Além do mais, neste ano, da própria prefeitura, partiu a entrega de 20 instrumentos de sopro que contribuiu para a evolução da banda.

Ainda havia um problema a ser solucionado. Segundo o regulamento, para não ser excluída, a escola precisava estar vestida de maneira uniforme, no entanto, não havia sapatos sociais suficientes para os integrantes e isto resultaria na eliminação dos criciumenses.

Mas, a ajuda chegou, e de criciumenses nos Estados Unidos. “Para não ser excluído, tínhamos que estar em uniformidade e um dos critérios era o sapato social. Conseguimos ajuda do pessoal da comunidade que vive em Boston, são 60 pessoas, e eles doaram os sapatos para os meninos”, conta Moreira.

Para o próximo ano, a expectativa da escola é participar do Campeonato Estadual, que pode abrir vaga para a disputa do Nacional.

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