Educação

Benefícios do cubo mágico são debatidos durante palestra em escola de Criciúma

Raciocínio lógico

Ação foi realizada na instituição de ensino Padre José Francisco Berteiro

Por Patrick Stüpp06 de julho de 2024 2 min de leitura
Divulgação/Ana Lúcia Pintro

Com poder de estimular o raciocínio lógico e encantar crianças e adultos, os benefícios do cubo mágico foi o tema de uma palestra feita na escola municipal Padre José Francisco Berteiro, em Criciúma. A atividade, realizada nessa sexta-feira, dia 5, teve a participação do estudante Bernardo Pereira Westrup, de 10 anos, e da dona de casa, Giane Bonfante Fraga, de 54 anos. Ambos falaram sobre sua relação com o cubo mágico aos estudantes durante uma roda de conversa.

Durante a pandemia do coronavírus, muitas famílias procuraram por atividades recreativas possíveis de se realizar dentro de casa, como a resolução do cubo mágico. Westrup, por exemplo, aprendeu a resolver com a ajuda do pai, já Giane, aprendeu orientações e dicas com o neto Carlos Eduardo Fraga. “Nós convidamos o Bernardo e a Giane porque suas vivências podem contribuir para ampliar o interesse dos estudantes e os desafiar a irem além. Temos mais de 30 alunos que sabem resolver e queremos motivá-los para que participem de competições”, explicou a orientadora da escola, Amanda Bonetti Américo Mazzucco.

Interesse pelo cubo mágico

Bernardo aumentou o interesse pelos cubos e quebra-cabeças das modalidades do campeonato oficial de cubo mágico, aprendendo a resolver todos os onze tipos. Ele já está inscrito para participar do CriciúmaOpen 2024, que ocorrerá nos dias 14 e 15 de setembro, no Criciúma Shopping.

“Já ganhei dois campeonatos amadores realizados pela empresa Jogaderia. No ano passado participei pela primeira vez do oficial e meu melhor tempo foi 19 segundos. No amador deste ano fiquei em primeiro lugar com um tempo de 15,5 segundos. Estou treinando para melhorar ainda mais”, comentou o pequeno cubista.

Segundo Giane, o interesse pelo cubo mágico foi motivado pela curiosidade e também com o objetivo de ocupar a mente. Neste período, ela estava em uma depressão profunda, sendo acolhida pelo neto que buscou distraí-la com o cubo mágico. "Meu neto para me ensinar fez desenhos em uma folha e gravou vídeos explicando devaga quais eram os passos. Ele foi muito paciente e dedicado. Ao todo, Levei um mês para montar a primeira vez,” contou.

A atividade foi finalizada com a participação dos alunos do 6º Ano montando 24 cubos em equipe.

Colaboração: Ana Lúcia Pintro

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