Segundo dia de busca
Bombeiros retomam buscas por piloto desaparecido em Praia Grande
Cassiano Roldão da Rosa, de 30 anos, não é visto desde o último domingo, dia 7

Por Rafaela Custódio - rafaela.sousa@engeplus.com.br
2 min de leitura

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina retomou, na manhã desta sexta-feira, 12, as buscas por Cassiano Roldão da Rosa, de 30 anos, desaparecido desde o último domingo, dia 7, em Praia Grande.
O drone equipado com câmera térmica conseguiu realizar voo hoje e deve auxiliar na obtenção de uma visão mais ampla da área. As equipes seguem trabalhando na Serra do Faxinal, em Praia Grande.
Serão avaliados pontos estratégicos com o apoio do drone e as estradas da região serão novamente percorridas em busca de evidências que possam contribuir com a investigação.
Sobre Cassiano
Ele é piloto profissional de balão e pai de duas meninas: Antonella, de 9 anos, e Valentina, de 10 anos. Segundo a família, ele estava ansioso para rever as filhas e tem um grande círculo de amizades.
Rosa iniciou uma viagem de carro de 1,6 mil quilômetros na sexta-feira, dia 5, ao deixar a cidade de Aquidauana, em Mato Grosso do Sul. Câmeras de segurança flagraram a chegada dele em Praia Grande às 22 horas de sábado, dia 6, conduzindo um carro Volkswagen Fox cinza. Entretanto, o homem entrou em contato com familiares e afirmou que ainda estava na estrada e chegaria somente no domingo.
Na manhã seguinte, ele voltou a ligar para familiares, afirmando novamente estar viajando. No mesmo horário, imagens de um posto de combustíveis de Praia Grande registaram a presença de Rosa no município. Mais tarde, um vigilante da Serra do Faxinal afirmou ter conversado com o homem.
Nenhuma câmera policial registrou a saída do veículo do município. A família teme que ele esteja em situação de vulnerabilidade, sozinho e desorientado, e pede aos moradores de Praia Grande e comunidades rurais que verifiquem se há algum carro estacionado em locais incomuns, como estradas vicinais, trilhas e áreas de mata.
Além disso, a família pede que os moradores chequem suas propriedades, garagens, galpões e acessos menos utilizados. A família já recebeu mensagens falsas e tentativas de extorsão relacionadas ao caso, por isso, toda informação deve ser encaminhada à Polícia Militar pelo telefone 190.



