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Caso Beto da EJW: réus são condenados por homicídio qualificado em Araranguá
A sessão do Tribunal do Júri terminou na madrugada desta sexta
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Após 14 anos, o caso do assassinato do empresário conhecido como “Beto da EJW”, em Araranguá, teve uma conclusão. A sessão do Tribunal do Júri, que começou na quarta-feira, terminou na madrugada desta sexta-feira, dia 12, com a condenação do mandante do crime, e do autor.
O mandande foi condenado a 16 anos de reclusão, em regime inicial fechado, por homicídio qualificado por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Já o autorfoi sentenciado ao mesmo tempo de pena pelo crime de homicídio qualificado por meio que impossibilitou a defesa da vítima.
Os jurados, por outro lado, absolveram o terceiro réu, entendendo que ele não participou do crime. Atuaram perante o Júri os Promotores de Justiça Gabriel Ricardo Zanon Meyer e Pedro Lucas de Vargas. Os familiares de Beto estiveram no Tribunal do Júri vestindo camisetas que pediam por “justiça”. Conforme a sentença, os réus terão o direito de recorrer em liberdade.
O crime
No dia 6 de fevereiro de 2008, o empresário André Roberto Alves, mais conhecido como Beto, foi abordado pelos réus quando chegava em sua casa na Avenida Beira-Mar, no Balneário Arroio do Silva. Na ocasião, ele foi alvejado e executado por cinco tiros de revólver.
Colaboração: Coordenadoria de Comunicação Social - Correspondente Regional em Criciúma



