Esportes

Com um dos piores ataques da Série B, Criciúma busca evolução no setor ofensivo

31 gols

Nicolas destaca cobrança por gols e reforça importância do coletivo no Tigre

Por Rafaela Custódio30 de setembro de 2026 2 min de leitura
Celso da Luz | Criciúma E.C.

O Criciúma tem um dos piores ataques da Série B do Campeonato Brasileiro. São 31 gols em 30 jogos, com média de um gol por partida. O Tigre está à frente apenas de Goiás, Avaí e Cuiabá, com 30 gols, além dos times que ocupam a zona de rebaixamento, como América-MG e Ponte Preta, com 21 e 17 gols, respectivamente. O melhor ataque da competição é do Novorizontino, com 49 gols.

O atacante Nicolas, que marcou um gol na vitória contra o Avaí na última rodada, ressaltou a cobrança por balançar as redes. “Me cobro muito ali na frente, porque quem finaliza a jogada normalmente é o 9, é o centroavante, e a gente precisa dessa construção. Então, é uma construção coletiva, mas, a partir do momento que os gols não acontecem, obviamente vai vir a cobrança sobre quem faz essa função”, ressaltou.

Nicolas atuou em 17 jogos nesta Série B. “Tenho poucos jogos como titular na competição, tenho três gols. Então, acho que o meu aproveitamento em relação aos minutos em campo é um aproveitamento bom. Poderia ser muito melhor. Eu me cobro por não ter jogado mais como titular, isso é uma parcela de responsabilidade minha também. Mesmo eu achando que já deveria ter jogado há um tempo, tenho que assumir isso, e eu me cobro”, garantiu.

O atacante ainda falou sobre a importância do coletivo para balançar as redes. “Todos os dias a gente trabalha muito, a gente trabalha muito finalizações. Como é um esporte coletivo, a gente precisa, assim como a gente ajuda a defender para não tomar gol, da construção dos companheiros para criarmos situações de gol”, pontuou.

O Criciúma ocupa a quinta colocação na tabela, com 50 pontos. Buscando se aproximar do G2 da competição nacional, a equipe carvoeira enfrenta o Londrina nesta sexta-feira, dia 2, às 19h30, no estádio Vitorino Gonçalves Dias (VGD), em Londrina (PR). A equipe

Compartilhar:

Notícias relacionadas