Nacional
Computadores de empresa criciumense são apreendidos em megaoperação
Investigação é nacional e proprietários de outras empresas estão presos
Uma empresa de Criciúma esteve entre as visitadas pela força-tarefa que envolveu a Secretaria da Fazenda, o Ministério Público, a Receita Federal, o Instituto Geral de Perícias (IGP) e a Divisão Estadual de Investigação Criminal (Deic) de Santa Catarina na manhã desta quinta-feira. Computadores foram apreendidos, mas ninguém foi preso durante a operação na cidade.
Durante as investigações foi confirmado o uso de software para o controle de vendas sem emissão de documentos fiscais ou com valores modificados para sonegação fiscal. O esquema fraudulento trouxe efetivo prejuízo aos cofres públicos, mas os valores ainda não foram divulgados. Estima-se que a sonegação, no entanto, possa alcançar R$ 1 bilhão. Equipamentos de informática estão sendo apreendidos, e serão encaminhados para auditorias.
Conforme informações do repórter João Zanini, da Rádio Eldorado, em toda a operação - chamada de F7 - foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e dez mandados de prisão em Rio do Sul, Itajaí, Palhoça, Londrina (Paraná) e Presidente Prudente (São Paulo), além de Criciúma.
O nome da operação foi escolhido em razão de a última tecla apertada para concluir a operação no esquema fraudulento ser a "F7". A Polícia Civil pede que denúncias sejam feitas através do telefone 181.



