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Covid-19: Prefeitura de Criciúma investiga vacinação de criança de seis anos por engano

Covid-19

Aplicação de dose em menores de 12 anos ainda não está autorizada pelo Ministério da Saúde

Por Lucas Renan Domingos02 de novembro de 2021 2 min de leitura
Freepik/Ilustrativa

Uma criança de seis anos foi vacinada por engano contra a Covid-19 em Criciúma. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da Prefeitura de Criciúma nesta terça-feira, dia 2. A Secretaria de Saúde abriu uma sindicância para apurar o caso.

No texto a prefeitura informou que a vacinadora responsável pela aplicação foi imediatamente afastada das suas funções enquanto os detalhes do caso são analisados. "A família está sendo assistida pela Secretaria Municipal de Saúde, e, a criança, sendo acompanhada por um infectologista do setor de epidemiologia", diz a nota.

No Brasil a vacinaçã de crianças contra a Covid-19 ainda não foi autorizada pelo Ministério da Saúde. Recentemente, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou que o país pretende iniciar a imunização do público abaixo de 12 anos em 2022, caso haja a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A imunização de crianças já acontece em algumas partes do mundo. Províncias da China começaram a chamar quem tem entre 3 e 11 anos para receber o imunizante. Na última sexta-feira, dia 29, autoridade sanitária dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês), aprovou a possibilidade do uso da vacina contra a Ccovid-19 da Pfizer-BioNTech para crianças de cinco a 11 anos.

Segundo o órgão, a decisão foi tomada a partir da análise de dados de um comitê de especialistas independente sobre a segurança e eficácia dessa marca de imunizante contra a covid-19 neste público.

Confira abaixo a nota completa da Prefeitura de Criciúma:

NOTA OFICIAL

O Governo do Município, por meio da Secretaria de Saúde de Criciúma, esclarece que está prestando todo o auxílio à criança de 6 anos que recebeu a dose de imunizante contra a Covid-19.

Segundo a Vigilância Epidemiológica a dose foi administrada por uma vacinadora profissional por equívoco. Ela foi afastada imediatamente das suas funções para averiguação do ocorrido e uma sindicância foi instaurada para apurar o caso.

A família está sendo assistida pela Secretaria Municipal de Saúde, e, a criança, sendo acompanhada por um infectologista do setor de epidemiologia. A Secretaria de Estado da Saúde também já foi notificada da situação.

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