Criciúma: Central de Acolhimento para vítimas de enchentes no RS fechará em julho
Solidariedade
Cerca de 150 pessoas oriundas do estado vizinho foram atendidas no local

A Central de Acolhimento que funciona na rua Coberta, no Centro de Criciúma, fechará no dia 8 de julho. O local, coordenado pela Secretaria de Assistência Social e Habitação, foi inaugurado em maio com o objetivo de atender vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, porém, atualmente não há demanda para manter o pleno funcionamento.
Até o momento, a Central de Acolhimento atendeu cerca de 150 pessoas, das quais 90% estavam em busca de emprego em Criciúma. “Entendemos que cumpriu com sucesso a missão estabelecida pelo prefeito Clésio Salvaro. Durante todo o período emergencial, atendemos e apoiamos 150 pessoas com suporte necessário nesta situação delicada que aconteceu no Rio Grande do Sul. Estas pessoas procuraram acolhimento e aconchego em Criciúma”, afirma a secretária de Assistência Social e Habitação de Criciúma, Dalva Pires Donadel.
Baixa procura
Dalva argumenta que a procura pela Central de Acolhimento caiu nos últimos dias. O local vem sendo alvo de procura por parte de moradores de rua, porém, para este objetivo, já existem estruturas montadas, casos do Centro POP e da Casa de Passagem.
“Hoje estamos atendendo o pessoal que está na rua à procura de roupas e alimentos. A Central de Acolhimento já não está atendendo o objetivo planejado quando foi dado início, mas vai funcionar online ou através dos CRAS (Centro de Referência da Assistência Social de cada bairro. Também contamos com a central de empregos que fica no terminal central”, explica.
A Central de Acolhimento conta com duas assistentes sociais, um estagiário e um responsável pela logística. A secretária explica que caso volte a existir demanda, o espaço poderá ser reaberto.



