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Criciúma: Central de Acolhimento para vítimas de enchentes no RS fechará em julho

Solidariedade

Cerca de 150 pessoas oriundas do estado vizinho foram atendidas no local

Por Thiago Hockmüller24 de junho de 2024 2 min de leitura
Jessica Rosso Crepaldi/Portal Engeplus

A Central de Acolhimento que funciona na rua Coberta, no Centro de Criciúma, fechará no dia 8 de julho. O local, coordenado pela Secretaria de Assistência Social e Habitação, foi inaugurado em maio com o objetivo de atender vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, porém, atualmente não há demanda para manter o pleno funcionamento.

Até o momento, a Central de Acolhimento atendeu cerca de 150 pessoas, das quais 90% estavam em busca de emprego em Criciúma. “Entendemos que cumpriu com sucesso a missão estabelecida pelo prefeito Clésio Salvaro. Durante todo o período emergencial, atendemos e apoiamos 150 pessoas com suporte necessário nesta situação delicada que aconteceu no Rio Grande do Sul. Estas pessoas procuraram acolhimento e aconchego em Criciúma”, afirma a secretária de Assistência Social e Habitação de Criciúma, Dalva Pires Donadel.

Baixa procura

Dalva argumenta que a procura pela Central de Acolhimento caiu nos últimos dias. O local vem sendo alvo de procura por parte de moradores de rua, porém, para este objetivo, já existem estruturas montadas, casos do Centro POP e da Casa de Passagem.

“Hoje estamos atendendo o pessoal que está na rua à procura de roupas e alimentos. A Central de Acolhimento já não está atendendo o objetivo planejado quando foi dado início, mas vai funcionar online ou através dos CRAS (Centro de Referência da Assistência Social de cada bairro. Também contamos com a central de empregos que fica no terminal central”, explica.

A Central de Acolhimento conta com duas assistentes sociais, um estagiário e um responsável pela logística. A secretária explica que caso volte a existir demanda, o espaço poderá ser reaberto.

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