Criciúma constrói novo Plano Municipal de Saúde com foco na melhoria do atendimento
Vigência até 2029
Plano deve ser entregue no primeiro trimestre deste ano

A Prefeitura de Criciúma, por meio da Secretaria de Saúde, pretende entregar ainda no primeiro trimestre deste ano, o Plano Municipal de Saúde, com vigência até 2029. Após as plenárias realizadas com a população, agora as propostas de diferentes segmentos estão sendo debatidas pelo Conselho Municipal de Saúde e o município.
“Essa construção está sendo em conjunto, juntamente porque a administração, o prefeito Vaguinho e toda a Secretaria de Saúde entende que é importante ouvir aqueles que representam a população, para que possamos implementar, melhorar e ampliar os serviços necessários, mas principalmente melhorar e qualificar o serviço de saúde existente, para que possamos entregar uma saúde pública de excelência aos criciumenses”, afirmou o secretário de Saúde, Deivid de Freitas Floriano.
Conforme o presidente do Conselho Municipal de Saúde de Criciúma, Júlio Zavadil, a pasta da Saúde já tinha feito um plano e agora estão sendo inseridas as pautas discutidas nas plenárias. “Estamos tentando colocar o máximo de propostas que favoreçam as pessoas. Por exemplo, o Núcleo de Bem-Estar Animal (Nubea). Foi discutido que até o final do ano de 2027, ele vai ter que estar com os estudos de criação e um novo espaço físico para atender os casos desde a baixa até a alta complexidade, que temos em Criciúma, e não encaminhar tudo para as clínicas”, pontuou Zavadil.
Resolutividade
Um dos pontos destacados pelo presidente chama a atenção para a necessidade de resolutividade de quem procura uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). “Por exemplo, a pessoa vai lá com dor, e eles dizem que não tratam ali, e dão um remédio. Ela volta três, quatro vezes no mesmo dia, porque a dor volta e não existe nada resolutivo. A gente precisa da resolutividade nesses atendimentos, seja na Unidade Básica de Saúde (UBS), na UPA, ou em qualquer outro local de atendimento”, frisou.
O debate iniciou há 15 dias, e deve ter durabilidade até fevereiro, quando o plano deve passar pela aprovação do Conselho Municipal de Saúde, e depois segue para a votação na Câmara de Vereadores de Criciúma.



