Educação

Criciúma estuda implantar leitura facial nas escolas da rede municipal neste ano

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Nova tecnologia está em processo de estudo técnico

Por Jessica Rosso Crepaldi14 de março de 2024 3 min de leitura
Jessica Rosso Crepaldi/Portal Engeplus

Dentro dos próximos seis meses, o município de Criciúma pretende implantar nas escolas da rede municipal de ensino uma nova tecnologia que irá auxiliar na segurança dos alunos. A leitura facial está em processo de estudo técnico, onde está sendo montado um termo de referência para formalizar a licitação.

De acordo com a coordenadora geral da Secretaria de Educação, Cristiane Uliana Fretta, o trabalho da Secretaria de Educação é continuo no quesito segurança, sempre buscando algo a ser feito neste sentido. A leitura facial é algo que foi pensada a partir do Plano Municipal de Segurança nas Escolas, plano elaborado em 2023, e que propõe uma gestão otimizada dos recursos disponíveis no momento e local do evento, sendo tanto um instrumento preventivo quanto um instrumento de gestão operacional, auxiliando na identificação dos riscos envolvidos e instruindo maneiras de lidar com o evento.

A leitura facial trata-se de mais um dispositivo tecnológico para a segurança das crianças e para o controle dos pais. "Os alunos vão chegar na escola e vão passar por um totem, no qual vai ter a tecnologia que vai fazer a leitura facial das crianças e no mesmo momento já vai ser lançado uma mensagem para o pai dizendo ' seu filho entrou na escola', e isso também na saída, dizendo 'seu filho saiu da escola'[...] Se tiver alguém entrando na escola que não é reconhecido daí soa um alarme que entrou alguém que não está cadastrado", explicou a coordenadora.

A mais recente implantação do Governo de Criciúma foi o 'botão de emergência'. As 62 escolas da rede municipal de ensino de Criciúma contam há uma semana com o novo dispositivo. O equipamento foi entregue para as diretoras totalmente programado. Ele é uma espécie de porta-crachá, e é móvel, identificado unitariamente e possui localização, ou seja, vai dizer onde que o usuário está, conforme explicou Herlon Carlos de Souza, gestor de contratos da empresa vencedora da licitação.

Quando o dispositivo de emergência é acionado, a informação vai chegar de duas formas, uma via internet para a Central de Comando da Defesa Civil, o CCO, e também por ligação. “Vai ter as duas linhas de comunicação, a partir disso o operador da CCO, ele entra em contato com o usuário e toma as devidas providências dos órgãos de segurança”, afirmou. No total foram entregues 150 dispositivos. Dependendo do tamanho da escola e quantidade de funcionários e alunos foram distribuídos de dois a três equipamentos. O dispositivo pode ser acionado em qualquer situação de emergência.

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