Criciúma não avança na compra das Casas do Exército, mas Vagner Espindola projeta nova solução
Novela sem fim
Prefeito deve ser reunir novamente com o Ministério da Defesa

Foram inúmeras tentativas e todas sem sucesso. O governo de Criciúma ainda não chegou a um acordo para a compra das sete das nove casas do Exército Brasileiro situadas na Praça do Congresso, na área central da cidade. O Exército pediu R$ 28 milhões pelas residências.
“Eles apresentaram um orçamento para aquelas casas muito fora do orçamento que a gente também dispunha. Eles apresentaram um valor de R$ 28 milhões numa avaliação que eles fizeram. Até daria para fazer como outorga, mas não posso abrir mão de R$ 28 milhões de outorgas que servirão para outras situações no município”, explicou o prefeito Vagner Espindola, em entrevista ao Portal Engeplus. “Atualmente, o município não vai conseguir dispor deste valor”, completou.
Novo projeto?
O prefeito ressaltou que apesar do negócio não ter sido concretizado, ele não chegou ao final. “O que a gente está conversando com o Exército agora é para que eles vendam esses imóveis para a iniciativa privada. Para a gente dar um uso para aquilo. Que dentro de um plano diretor essa venda fique condicionada a colocar espaços, quem sabe, gastronômicos”, comentou.
Ao ser questionado se era uma pauta encerrada, Espindola foi enfático. “Não, ela não é encerrada para que temos que dispor de dinheiro para comprar. Ela não é encerrada para isso, mas até porque estarei em Brasília para saber se o Exército tem interesse em vender para investidores daqui”, pontuou.



