Novidade
Criciúma permitirá até dois cadastramentos de faciais por carteirinha de sócio
Sistema será adotado a partir do Campeonato Brasileiro da Série B
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O Criciúma fará mudanças no acesso dos sócios ao estádio Heriberto Hülse a partir do Campeonato Brasileiro da Série B de 2025. O clube pretende ampliar o número de catracas com reconhecimento facial e permitirá o cadastro de até dois rostos em uma mesma carteirinha, coibindo assim o empréstimo ou venda irregular do documento de identificação.
A novidade está em desenvolvimento pela empresa responsável pelo controle de acesso dos torcedores no Majestoso, mas deve ser implantada nas primeiras rodadas do Brasileirão. Na prática, a medida funcionará da seguinte forma: o sócio titular poderá cadastrar o rosto de uma segunda pessoa na sua carteirinha. Caso o dono da titularidade não consiga comparecer ao jogo, o segundo torcedor cadastrado estará apto ingressar na arquibancada por meio do reconhecimento facial.
“Não será permitida a troca constante da segunda pessoa cadastrada na carteirinha. O sócio titular poderá fazer apenas uma indiciação por ano. Só será autorizada a troca com argumentos extremamente plausíveis”, detalhou superintendente administrativo e financeiro do Criciúma, Paulo Cesar Bittencourt.
Menos carteirinha e mais rosto
Superadas as fases de testes, o Criciúma planeja avançar com o sistema de reconhecimento facial no Majestoso. O clube quer que 100% dos sócios cadastrem os rostos para ingressar no estádio. Na avaliação da Diretoria do Tigre, o modelo agiliza a entrada nas arquibancadas em dias de jogos.
“Nossa intenção era inicia a Série B com todas as catracas com reconhecimento facial. Mas a empresa continua trabalhando nas mudanças do aplicativo para o cadastro de mais de um rosto. Dessa forma, devemos ainda ter algumas catracas sem reconhecimento facial nas primeiras rodadas da competição”, contou o superintendente.
Além da atualização do aplicativo, outro entrave precisará ser superado. Uma nota técnica da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) impede que pessoas menores de 16 anos tenham reconhecimento facil. O Criciúma possui sócios nesta faixa de idade. “Nesses casos, será disponibilizado um QRCode ao sócio”, explicou Bittencourt.



