Saúde

Criciúma registra redução nos casos de SRAG, mas Covid-19 ainda exige atenção

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O município confirmou 91 casos de Covid-19 e registrou uma morte

Por Fillipi Debrida04 de setembro de 2026 2 min de leitura
Ilustração/Freepik

Criciúma registrou 108 casos confirmados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre a semana epidemiológica iniciada em 21 de junho e a 34ª semana, encerrada nessa quinta-feira, dia 3. Além dos casos de SRAG, também foram registrados casos de Covid-19 e uma morte confirmada pela doença em 2026.

A enfermeira gerente de Vigilância em Saúde, Katiane Figueiredo, esclareceu que os dados de SRAG são um dos principais indicadores utilizados para acompanhar os quadros de doenças respiratórias. Isso ocorre porque não é possível determinar o número total de casos de problemas respiratórios registrados, já que essas doenças, de forma geral, não são de notificação compulsória.

Segundo o gráfico repassado ao Portal Engeplus pelo Centro de Informações Estratégicas para a Gestão do SUS de Santa Catarina (Cieges-SC), o número de casos graves em 2026 ficou abaixo do registrado em 2025. De acordo com Katiane, os dados comparam as ocorrências de SRAG entre os dois anos ao longo das semanas epidemiológicas.

O gráfico aponta que, nas 34 semanas acompanhadas pelo Cieges SC, apenas seis semanas de 2026 tiveram registros superiores aos de 2025. A diferença também pode ser observada na 18ª semana, quando foram registrados 64 casos em 2025, enquanto, em 2026, foram contabilizados 18 casos.

Confira o banco de dados do Cieges SC:

Cieges SC | Divulgação | Especial Engeplus

Outra preocupação em Criciúma, segundo a gerente, é com as ocorrências de Covid-19 em 2026. No período analisado, o município confirmou 91 casos da doença e registrou uma morte. Apesar da redução significativa em comparação aos anos anteriores, os números ainda exigem atenção, principalmente em relação à vacinação e ao acompanhamento de casos suspeitos.

Katiane explicou que os cuidados diante de doenças e problemas respiratórios são fundamentais para preservar a qualidade de vida, evitar complicações graves, como pneumonias e insuficiência respiratória, e impedir a transmissão de infecções para o restante da comunidade. “O sistema respiratório é uma das nossas principais portas de entrada para vírus, bactérias e poluentes, o que torna a prevenção e o manejo correto uma prioridade de saúde pública e individual”, finalizou.

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