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Criciúma registrou 16 mortes por câncer de mama neste ano

Mais de 200 mulheres tiveram alterações em exames de mama

Por Rafaela Custódio

2 min de leitura

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Foto: Divulgação

O mês de outubro é dedicado à saúde da mulher e diversas ações são realizadas para a conscientização sobre a importância do autocuidado e da prevenção ao câncer de mama e ao ginecológico, porém é necessário que as mulheres realizem exames durante todo o ano e os números provam isso.

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Conforme o secretário de Saúde de Criciúma, Acélio Casagrande, 16 mulheres morreram neste ano na cidade em virtude do câncer de mama e seis óbitos por colo uterino. “O melhor remédio é o diagnóstico precoce. Quanto mais rápido diagnosticar uma doença, mais chances de cura a paciente tem. A nossa rede disponibiliza ultrassom, mamografia, preventivo. Em 2020, tivemos 16 óbitos por câncer de mama e seis por colo uterino e os números não são baixos”, explicou em entrevista concedida ao jornalista João Paulo Messer, da Rádio Eldorado. “Mais de 200 mulheres tiveram alterações em exames de mama, mas não quer dizer que possuem câncer, mas elas têm alterações”, acrescentou.

Casagrande ainda destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) possui diversos serviços e as mulheres deverão procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. “Tivemos um número significativo [de mortes por câncer de mama] e precisamos trabalhar a prevenção. Nos últimos três anos, por exemplo, não tivemos nenhuma morte materna e tivemos o menor índice de mortalidade infantil de todos os tempos”, relatou.

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No Brasil, excluídos os tumores de pele não melanoma, o câncer de mama é o mais incidente em mulheres de todas as regiões. Para o ano de 2020 foram projetados 66.280 novos casos, o que representa uma taxa de incidência de 43,74 doentes por 100 mil mulheres, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer, do Ministério da Saúde. Em seu estágio inicial, as chances de cura chegam a 95% dos casos.

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