Criciumense assiste a terceira Copa do Mundo e leva as cores do Tigre para o Catar
Esporte
João Lucas dal Farra, de 28 anos, vai assistir a 11 jogos no Mundial

As cores do Criciúma Esporte Clube estiveram no Estádio Nacional de Lusail, no Catar, durante a vitória do Brasil por 2 a 0 frente a Sérvia, na estreia da seleção brasileira no Grupo G pela Copa do Mundo. O torcedor João Lucas Dal Farra, de 28 anos, esteve com a camisa de 1996 do Tigre. Ao todo, ele vai acompanhar 11 jogos na terceira Copa do Mundo que o torcedor carvoeiro assiste. Além do Catar, ele já esteve na Rússia, em 2018, e em 2014 aqui no Brasil.
“Desde o fim da Copa do Mundo de 2018, criei uma subconta no banco e fui colocando dinheiro ali sempre que sobrava. Comprei 11 ingressos até o momento. Vou assistir todos os jogos do Brasil na fase de grupos”, conta. Ele acompanhou de perto os dois gols de Richarlison e a vitória do Brasil na estreia. “Foi incrível. Eu já tinha ido há outras Copas do Mundo, mas nunca tinha visto o Brasil jogar. Toda a energia antes, durante e depois da partida reflete bem como é o nosso povo. Muita festa e alegria o tempo todo. Estamos contagiando todo mundo por aqui”, observa.
Dal Farra levou oito camisas do Criciúma para o Catar. “Trouxe três camisas da seleção brasileira e oito do Criciúma. Já assisti quatro jogos até agora e ainda faltam sete partidas. Vou embora no dia 4 de dezembro”, revela o torcedor. “Fui no primeiro jogo do Brasil com a camisa do Tigre e deu sorte. Já teve gente nas minhas redes sociais pedindo pra usar ela nos próximos também. Acho que vou usar essa tática: nos jogos de outras seleções vou usar também, revezando com as do Brasil. No jogo da França, por exemplo, quero ir com uma do Brasil pra mostrar quem manda”, afirma.

Acompanhando o Tigre
Natural de Criciúma, ele mora em Madrid, na Espanha, porém o amor pelo Tigre o acompanha. “Sempre morei perto do estádio Heriberto Hülse. Meu pai também é um fanático e nunca tive chance de não torcer pro Criciúma. Indo pro estádio desde sempre, e até quando morei em Blumenau acompanhava o Tigre nos estádios pelo Norte de Santa Catarina”, conta.

“Antes vivia em Portugal, em que o fuso era de 3 horas, ou seja, era mais tranquilo de acompanhar os jogos. Agora moro em Madrid e são 4 horas. Então, aqueles jogos que acontecem às 21 horas (horário de Brasília) fica mais difícil de acompanhar. Entretanto, sempre que posso, fico até 2 ou 3 horas da manhã acompanhando. No acesso da Série C para B ano passado, o jogo acabou era quase 4 horas da manhã (havia uma hora a mais de fuso por causa do horário de verão). Fui trabalhar virado porque mesmo depois da partida fiquei acompanhando a festa da torcida”, lembra.
Confira abaixo os vídeos do criciumense no Catar:



