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Orgulho tricolor

Criciumense faz seu primeiro gol pela Seleção Brasileira

Após cinco partidas com a Amarelinha, atacante entrou como titular e marcou

Por Emanuela Teixeira

2 min de leitura

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Foto: Lívia Villas Boas/ Staff Images/CBF

A vitória por 5 a 2 sobre a Costa Rica coroou a estreia da Seleção Brasileira no ano de 2026. A partida foi ainda mais especial para Tainá Maranhão: a atacante de 21 anos marcou seu primeiro gol com a Amarelinha. A jogadora do Palmeiras não escondeu a felicidade e celebrou o feito.

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Para ela é um momento muito especial, que estava procurando há um tempo. “Trabalhei muito para fazer acontecer. Eu ainda sinto o peso dessa camisa e acho que sempre vou sentir. Eu falei com as meninas que estava nervosa antes do jogo, porque para mim vai ser sempre assim. Sempre vou trabalhar mais para continuar aqui”, destacou a jogadora.

Tainá foi convocada pela primeira vez em outubro de 2025, e já acumula cinco jogos com a Amarelinha. Pelo seu clube, o Palmeiras, a atacante vem acumulando uma série de conquistas, como a da Copa do Brasil, em novembro de 2025. Apesar de ser um dos destaques do time, a atleta valoriza suas referências.

Bia Zaneratto abraça Tainá Maranhão após gol. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)

Companheira de time e de Seleção da Bia Zaneratto, a Imperatriz, Tainá contou que ainda não se acostumou a dividir os mesmos espaços. “Voltar à Seleção me deixa mais à vontade, mas não me acostumei. Toda vez que olho para a Bia eu penso ‘Meu Deus, é a Bia’. Para mim nunca vai ser normal. Ela também me passa muita confiança e isso é muito especial e deixa as coisas mais fáceis”, afirmou.

Talento de berço

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Para o pai da atleta, Alex Maranhão, ex-jogador do Criciúma, o momento é de gratidão e felicidade. “Nós enquanto família estamos felizes e orgulhosos dela. Tainá está realizando um sonho de criança que era vestir a camisa da seleção e vê-la brilhar, fazendo gol no seu primeiro jogo como titular é de uma alegria impagável. Ela representa todas as meninas que têm um sonho e, se forem comprometidas e pagar o preço, vão conseguir! Parecia impossível, mas com a graça de Deus e muito trabalho ela conseguiu”, expressou.

Maranhão foi formado nas categorias de base do Criciúma em 2003 e jogou no profissional do Tigre entre os anos de 2016 e 2018. Assim como o pai, Tainá começou a carreira nas categorias de base do Criciúma e fez sua trajetória jogando no setor ofensivo. Passou por Avaí, Internacional, Cruzeiro e Santos até chegar ao clube palmeirense.

*Com informações da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

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