Deputado cobra Secretaria Estadual de Educação sobre ar-condicionado em escola de Forquilhinha
Mais de mil alunos
Câmara Municipal solicitou a presença da Coordenadoria Regional da Secretaria Estadual

A falta de ar-condicionado em salas de aula das escolas estaduais no município de Forquilhinha foi pauta na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc). O deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT) levou à discussão ao plenário e cobrou a Coordenadoria Regional de Educação do Estado.
“A falta de ar-condicionado tem afetado diretamente os alunos, professores e profissionais da educação estadual de Santa Catarina. Os alunos estão indo para a sala de aula com esse calor infernal e não tem a mínima condição de ter um ar-condicionado. Será que está faltando uma organização, um planejamento?”, questionou.
O deputado afirmou que está cobrando a coordenação regional da Educação do Sul. “A escola E.E.B. Natálio Vassoler, em Forquilhinha, foi solicitado em março de 2023 a ampliação para quatro salas de aula e até hoje não foi feito. Essa situação da falta de refrigeração nas escolas e não é só em Forquilhinha, mas em todo o Estado. Será que as coisas têm que acontecer para depois resolver? A gente tem que pensar o que fazer. Infelizmente, essa falta de infraestrutura nas nossas escolas estaduais tem gerado prejuízo. Prejuízo na busca do conhecimento, prejuízo na falta de alunos, pais têm que levar ventilador para a sala de aula para deixar os alunos mais confortáveis”, afirmou em seu discurso.
Câmara Municipal também se posiciona
A Câmara Municipal de Vereadores de Forquilhinha solicitou a presença da Coordenadoria Regional da Secretaria Estadual de Educação de Santa Catarina na Sessão Ordinária da próxima segunda-feira, dia 17, para prestar esclarecimentos sobre a situação da Escola Natálio Vassoler, localizada no bairro Vila Franca.
O convite, assinado pelos nove vereadores do município, visa discutir a necessidade urgente de reparos na rede elétrica, climatização e o uso de aparelhos de ar-condicionado na instituição de ensino.
O presidente da Câmara, Célio Alves Elias (PT), ressaltou a gravidade da situação e cobrou respostas do governo estadual. "A escola conta com 17 salas, todas equipadas com ar-condicionado, mas nenhum pode ser ligado porque o mau dimensionamento da rede elétrica faz a energia cair sempre que os aparelhos são acionados. Isso está prejudicando diretamente o aprendizado dos alunos e as condições de trabalho dos professores”, frisou.
O problema tem gerado grande insatisfação entre pais, alunos e professores, que denunciaram a situação à Câmara também por meio das redes sociais. Após as reclamações, os vereadores visitaram a escola e constataram as dificuldades enfrentadas diariamente pelos 1.200 estudantes da unidade. Além do calor intenso, que prejudica o rendimento escolar, a falta de energia adequada impede o funcionamento de equipamentos essenciais para a qualidade do ensino.
Pelas redes sociais, a direção da escola informou que a Coordenadoria Regional de Educação esteve na instituição de ensino para registrar as melhorias feitas na escola e também para iniciar, na prática, o processo da troca da rede elétrica, e funcionamento dos aparelhos de ar-condicionado para as salas de aula e garantir a climatização.



