Dia da Independência: Criciumense fala sobre a vida dos imigrantes nos EUA
Sonho americano sobrevive em época de dificuldades
Por André Abreu
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A criciumense Rosie Satiro Macker tem um escritório de advocacia na área de imigração nos EUA. Nos últimos tempos ela tem visto uma grande quantidade de brasileiros buscarem a legalização. Muitos brasileiros com Green Card buscam uma condição mais estável no país com a naturalização.
Rosie atende a comunidade e conta com a parceria do advogado Albert Vigeant, na cidade de Beverly, região norte do estado de Massachusetts.. Ela mesmo se tornou cidadã dos Estados Unidos da América há cinco anos. Sendo uma pessoa que passou pela experiência burocrática de buscar a residência legal no país e, depois buscar a cidadania norte-americana.
Ela atende a comunidade brasileira com orientações sobre casos específicos na área de imigração de forma gratuita conforme o caso. Ela diz que apesar das dificuldades imigratórias há casos especiais de legalização como o caso de pessoas com mais de 70 anos não precisam comparecer à entrevista para cidadania e também não precisam fazer o teste. As cerimônias de cidadania foram canceladas até o final do ano resultando na demora da entrega do certificado de cidadania.
Para Rosie, o sonho americano continua vivo. O imigrante sobrevive no país graças aos serviços de entrega de comida e da construção, serviços que praticamente não pararam durante a pandemia. Mas alerta que para garçons o cenário ficou difícil, assim como para as brasileiras que trabalham em limpeza. Até serviços de busca de compras em supermercados estão ajudando os imigrantes a sobreviver. Um imigrante chega a fazer 150 dólares por dia comprando comida para pessoas que necessitam ou preferem ficar isoladas em casa.
O 4 de julho é um dia especial para um grande número de sulcatarinenses que se tornaram cidadãos, buscam o Green Card, moram ou moraram nos EUA, estabelecendo laços que duram a cada Dia da Independência. .
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