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Contexto Internacional

Doutor em Estratégia Internacional avalia possível adesão do Brasil à OCDE

Ele participou de evento sobre migração promovido pela OCDE em janeiro

Por André Abreu

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Foto: Alan Santos/PR

O professor Roberto Uebel* da ESPM avalia que a adesão do Brasil à OCDE seria positiva no sentido de alinhamento das políticas públicas no Brasil com os demais países da OCDE.

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Segundo ele, a OCDE hoje é mais do que um clube dos países ricos, mas é uma organização de países compremetidos com governança econômica, transparência econômica e dos gastos públicos e também a promoção de políticas públicas em diversas áreas como educação, desenvolvimento sócio-econômico.

Então, do ponto de vista da OCDE, o Brasil terá que adotar estas políticas comuns a todos os países que fazem parte da organização.

A corrupção no Brasil pode impedir o acesso, segundo ele, mesmo com o apoio dos EUA. A falta de transparência em vários setores do serviço público também é outra dificuldade. O Brasil precisa fazer suas tarefas de casa antes de ser aceito pelos países europeus.

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A entrada do Brasil na organização fará com que o país seja mais ativo no cenário internacioal.

*Roberto Uebel é Doutor em Estudos Estratégicos Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul na linha de pesquisa de Política Internacional. Mestre em Geografia (UFRGS), Especialista em Gestão Pública (UFSM) e Gestão Pública Municipal (UNIFESP).

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