Escola municipal
Escola municipal no bairro Naspolini, em Criciúma, é motivo de preocupação para pais e alunos
Telhado do colégio está bastante comprometido, mas ainda há problemas estruturais nas salas de aula, cozinha e banheiros
Por Redação Engeplus
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Os pais e responsáveis por alunos matriculados na E.M.E.I.E.F. Professora Iria Zandomênego De Luca, no bairro Naspolini, em Criciúma, estão preocupados com a situação enfrentada diariamente pelos estudantes devido a problemas estruturais na escola. Com cerca de 60 anos desde a sua fundação, o colégio nunca passou por uma grande reforma, sendo realizados apenas pequenos reparos. Atualmente, o maior problema é o telhado, o qual está bastante danificado.
"Temos medo que aconteça algum acidente enquanto nossos filhos estiverem em sala de aula, pode desabar tudo com as crianças lá dentro, o que se tornaria uma tragédia. Vários diretores já pediram por reforma, mas nunca foi feito nada", alerta o pai e membro da Associação de Pais e Professores (APP) da escola, Guto Borba. Ele tem dois filhos matriculados na instituição: um de nove anos, no segundo ano, e outro com cinco anos, no jardim de infância.
De acordo com a diretora do colégio, Izabel Cristina Dalpont Borges, as secretarias de Educação e de Obras do município apresentaram, nesta semana, o projeto de reforma do telhado. "Sabemos da preocupação dos pais, a qual é nossa também, mas a promessa é de que o problema do telhado será resolvido em breve, com a troca completa da armação, forro e telhas", explica Izabel.
A secretária de Educação de Criciúma, Olnete Regina Bez Fontana, confirma e garante que o projeto de reforma do telhado já está praticamente pronto. "Junto a Secretaria de Obras será aberto um processo de licitação para definir a empresa que executará as obras. Ainda não é possível estipular um prazo, mas, com certeza, falta pouco para que o problema do telhado seja resolvido. A diretora já conversou conosco e deve passar essas informações aos pais", afirma Olnete.
Izabel destaca que a escola ainda possui goteiras nas salas de aula, em alguns locais o chão está sem o tacamento e há problemas na cozinha e nos banheiros. "Já tivemos pequenos reparos, mas a estrutura do colégio é bastante antiga, então é necessário uma reforma maior. No entanto, em relação a esses outros problemas estruturais, nos foi pedido um pouco de paciência, principalmente devido a transição de Governo", ressalta a diretora.



