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Força-tarefa contra furto de fios: Prefeitura e polícias preparam novas operações em Criciúma

Próximos dias

Ação busca combater crimes e desarticular receptadores na cidade

Por Rafaela Custódio20 de março de 2026 2 min de leitura
Gregori Flauzino/Prefeitura de Criciúma

O prefeito de Criciúma, Vagner Espindola, anunciou na manhã desta sexta-feira, dia 20, a criação de uma força-tarefa integrada com a Polícia Militar (PM) e Polícia Civil para intensificar o combate ao furto de fios no município. A definição ocorreu após reunião com representantes das forças de segurança nessa quinta-feira, dia 19, no Paço Municipal Marcos Rovaris.

Segundo o prefeito, as ações já devem começar nos próximos dias. “Ficou acertado uma força-tarefa neste combate muito forte. É uma ação integrada, com inteligência e investigação, para que possamos deflagrar grandes operações na cidade”, afirmou em entrevista ao jornalista João Paulo Messer, da Rádio Eldorado.

Conforme o prefeito, um dos principais parceiros na iniciativa é a Celesc, que tem contribuído com informações e registros de ocorrências. “A Celesc é fundamental nessa participação toda e tem nos ajudado muito. Todos os boletins de ocorrência e situações apontadas estão sendo acompanhados e surtindo efeito”, ressaltou.

Na última sexta-feira, dia 13, foi realizada uma operação em Criciúma e 21 estabelecimentos foram vistoriados durante a ação. Desses, oito foram interditados compulsoriamente por ausência de alvará de funcionamento, sete encerraram definitivamente as atividades e seis foram notificados, recebendo prazo para regularização, sob pena de interdição em futuras fiscalizações. Duas pessoas foram presas por receptação de fiação elétrica da rede pública e furto de energia. Ação apreendeu aproximadamente 80 quilos de cabos.

O prefeito também enfatizou a necessidade de investigações para garantir prisões efetivas e garantiu que a última ação integrada com foco em inteligência havia sido realizada em dezembro de 2023. “Agora, com essa integração, vamos conseguir cumprir ordens judiciais e garantir prisões seguras, fruto de um trabalho investigativo consistente”, pontuou.

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