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Fortes chuvas afetam comunidades do interior de Jacinto Machado

Ponte de madeira teve sua cabeceira destruída; rio saiu do seu leito em outro ponto

Por Jessica Rosso Crepaldi

2 min de leitura

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Foto: Assessoria de Imprensa

As fortes chuvas registradas durante a noite entre a quarta-feira, 22 e quinta, 23 de março, causaram prejuízos na malha viária do interior de Jacinto Machado. Moradores de pelo menos três comunidades tiveram seu acesso prejudicado por conta de pontes afetadas por temporal. A prefeitura precisou aguardar baixar o nível dos rios e força das correntezas para dar início ao trabalho de recuperação das estradas e pontes.

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Embora não tenha deixado pessoas desabrigadas ou desalojadas, as fortes chuvas da madrugada desta quinta-feira afetaram a vida de moradores de pelo menos três comunidades do interior de Jacinto Machado.

Cerca de 60 famílias residentes em Costão da Pedra e Tigre Preto não puderam utilizada a principal ponte que dá acesso às suas propriedades. “Logo nas primeiras horas do dia, já recebemos a informação de que uma das cabeceiras tinha sido levada pelas águas, impedindo a passagem”, informou Valdir Furlaneto, secretário municipal de Obras de Jacinto Machado.

Com uma das cabeceiras afetadas, a ponte de madeira ficou parcialmente submersa nas fortes correntezas do Rio da Pedra.Em outro ponto do município, moradores da localidade de Costão dos Pinheirinhos tiveram o trajeto impedido também próximo a uma ponte, onde o rio saiu do seu leito natural devido ao grande volume de água que desceu as encostas da Serra Geral.

“A ponte aqui é de concreto e suportou a força da correnteza. Mas, vamos precisar recolocar o rio no seu leito natural e depois recuperar toda a área que dá acesso à ponte”, explicou o secretário.

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Ali perto, uma outra passagem molhada foi destruída, impedindo também a passagem de veículos.

Duas equipes com máquinas pesadas e servidores foram direcionadas pela administração municipal aos pontos prejudicados ainda nesta quinta-feira. Mas, a pedido dos próprios moradores e por motivos de segurança, foi necessário aguardar a diminuição do fluxo das águas para o início dos serviços de recuperação.

Colaboração: Assessoria de Imprensa

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