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Governo de Criciúma estará em Brasília para tentar assumir as casas militares da Praça do Congresso

Tratativas

Município quer transformar os imóveis na 'Vila das Etnias'

Por Rafaela Custódio25 de março de 2024 2 min de leitura
Thiago Hockmüller/Arquivo/Portal Engeplus

A Prefeitura de Criciúma segue trabalhando para agregar ao seu patrimônio sete das nove casas do Exército Brasileiro situadas na Praça do Congresso, no Centro da cidade. A intenção do município é revitalizar os espaços e transformá-los em restaurantes especializados na gastronomia das sete primeiras etnias que colonizaram o município (italiana, alemã, africana, polonesa, árabe, portuguesa e espanhola).

O prefeito Clésio Salvaro já esteve em Florianópolis e no Rio Grande do Sul tratando do assunto no 4º Grupamento de Engenharia (4º GPT E.), em Porto Alegre, no Comando Militar do Sul. Agora, o chefe do Poder Executivo estará em Brasília, para tentar concluir o projeto.

“Nós estamos agora aguardando, talvez no final deste mês ou no início de abril, nós vamos para Brasília, no Ministério das Minas e Energias, apresentar o nosso projeto de Criciúma, conectado com energia. O objetivo é apresentar no Ministério a usina fotovoltaica com os carros elétricos e, com isso, já vamos aproveitar a viagem e discutir com o Exército Brasileiro a transferência daquelas propriedades para o município”, explica Salvaro.

Segundo Salvaro, o município já tem aprovação do Exército em algumas regiões. “Nós já avançamos, temos a aprovação de Criciúma, Florianópolis e Rio Grande do Sul. Falta a última etapa que nós vamos tratar em Brasília. Tenho muita fé que vamos conseguir”, afirma.

A proposta da Prefeitura de Criciúma é que os espaços sejam concedidos para a iniciativa privada, por meio de licitação, mas o modelo de concorrência ainda não foi definido. “Temos que primeiro ver se vamos conseguir assumir o patrimônio. Depois pensaremos na licitação. Não queremos derrubar aquelas casas. Queremos manter a estrutura, é um patrimônio histórico. O objetivo é apenas reformar e deixar bonito. Também não sabemos se a revitalização ficará para o município ou para quem vencer a concorrência”, comentou Marcos Mendonça, presidente da Fundação Cultural de Criciúma (FCC).

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