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Greve dos professores: devo mandar meu filho para a escola?

Paralisação

Paralisação do magistério Catarinense ocorreu na manhã desta terça-feira, dia 23

Por Rafaela Custódio23 de abril de 2024 2 min de leitura
Rafaela Custódio/Portal Engeplus

Os professores de Santa Catarina entraram em greve na manhã desta terça-feira, dia 23, em todo o Estado. Em Criciúma, uma mobilização ocorre no Cedup Abilio Paulo. Além disso, às 14 horas, um novo ato será realizado em frente ao Eng. Sebastião Toledo dos Santos, Colegião.

Com a paralisação do professores, muitos pais se questionam se devem mandar ou não seus filhos para as escolas. Vale ressaltar que a rede municipal de ensino de Criciúma segue funcionando normal e, apenas, professores que atuam na rede estadual aderiram a greve.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte) informou que os pais devem entrar em contato com a direção da escola, pois cada unidade mantém um calendário e também cada instituição de ensino há um número de professores que aderiram ou não a greve.

“No Cedup, algumas turmas estão tendo aula. Cabe ao pai mandar ou não para a escola. É importante entrar em contato com cada unidade escolar”, afirmou o professor Marco Antônio Martins, que também responde pelo departamento jurídico do Sinte.

Quais são as reivindicações?

Entre os pontos em destaque do magistério catarinense estão a valorização da carreira, com a aplicação do reajuste do piso salarial em todos os níveis, a descompactação da tabela salarial, a revogação integral do confisco de 14% das aposentadorias e a garantia de hora atividade para todos os professores dos anos iniciais e segundos professores, com a luta pela sua extensão a todos os profissionais da educação.

“Quem será o grande prejudicado pela greve é o próprio professor, porque ele vai ter que trabalhar dobrado depois para repor esse período. É uma decisão muito difícil para o trabalhador aderir à greve. E, por isso, nós estamos construindo ela, mas o governo sabe da necessidade”, garantiu o coordenador do Sinte, Evandro Accadrolli.

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