Grupo se encaminha para completar uma semana de manifestação em frente ao 28º GAC
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Segue o pedido de 'intervenção federal' e o posicionamento contra o resultado da urnas

A segunda-feira, dia 7, foi mais um dia de manifestação em frente ao 28ª Grupo de Artilharia de Campanha (28º GAC). Desde a noite do dia 1º de novembro, o grupo se concentra às margens da rodovia Luiz Rosso, no bairro Primeira Linha, próximo à sede do Exército Brasileiro em Criciúma.
Nesta terça-feira, dia 8, os manifestantes completarão uma semana de mobilização. O grupo pede por um posicionamento das Forças Armadas após a eleição brasileira do último dia 30 de outubro, que apontou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como novo presidente da República.
A maior parte do grupo é formado por apoiadores do atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL), que foi derrotado nas urnas. Os manifestantes acreditam em “fraude” no processo eleitoral e pedem ajuda para que os militares façam auditoria das urnas, além de pedir por “intervenção federal”.
Em frente ao 28º GAC, os manifestantes montaram uma estrutura para permanecerem no local. Há ainda os que dormem em frente ao quartel. No som, cantos militares, além do Hino Nacional Brasileiro.



