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Hepatite C:

Hepatite C: especialistas minimizam contágio sexual

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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As chances de se contrair o vírus da hepatite C numa relação sexual são tão remotas que mal chegam a 5% dos casos, segundo especialistas na área. A informação foi repassada hoje pela jornalista Ana Paula Sartori, da In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação, de São Paulo, ao comentar matéria postada na segunda-feira neste portal.

A matéria reproduziu release da assessoria de comunicação da Unesc, relatando pesquisa do médico Glauco Fagundes, mestrando em Ciências da Saúde. Em suas conclusões, o médico detectou que a maior causa dos contágios verificados em Criciúma teria origem no relacionamento sexual com vários parceiros (leia a matéria).

"Como faço um trabalho de comunicação e assessoria de imprensa na área de hepatites virais, achei importante, a título de esclarecimento, alertar que é muito raro alguém contrair o vírus da hepatite C por via sexual", pondera Ana Paula. "No entanto, a hepatite B apresenta um risco altíssimo de ser transmitida durante relações sexuais e é considerada uma DST, sendo 20 vezes mais infecciosa que a Aids. Mas há vacina para prevenir a hepatite B, ao contrário da hepatite C", lembra.

Ao descartar qualquer questionamento à pesquisa de Fagundes, a jornalista sublinha, apoiada em entrevistas com vários especialistas, que "ao contrário da hepatite B, a hepatite C não é uma doença sexualmente transmissível. O meio de transmissão do vírus C se dá, exclusivamente, pelo sangue humano contaminado, que pode acontecer de várias formas".

São as seguintes as causas mais freqüentemente constatadas:

transfusão de sangue antes de 1992;
compartilhamento de escova de dentes, agulha, lâminas, seringas, aparelhos de barbear e outros materiais contaminados que possam furar a pele ou causar cortes;
piercing e tatuagem (a agulha e até mesmo a tinta usadas nesses procedimentos podem contaminar a pessoa);
manicure, quando os aparelhos (alicate, espátula etc) não são esterilizados adequadamente (somente o autoclave mata o vírus);
drogas injetáveis e aspiradas;
acupuntura (pelo uso de agulhas contaminadas);
transmissão vertical (no parto), mas é raríssima (assim como o sexo, tem menos de 5% de chance de contágio);
materiais odontológicos contaminados.

A In Press Porter Novelli, acrescenta Ana Paula, disponibiliza várias entrevistas com especialistas para quem estiver interessado. Os contatos podem ser feitos pelo telefone (11) 3323.1579 ou pelo site inpressporter.com.br .

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