Hora da direção agir, da mesma forma que fez no Augusto Bauer
Por Mateus Mastella
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Poucos minutos antes da bola rolar, veio o staff do Criciúma Esporte Clube. Jaime Dal Farra, Mikael Dal Farra, Evandro Guimarães, Serginho Lopes, Ocimar Bolicenho e o analista de desempenho, que, confesso, não sei o nome. Ficaram ao nosso lado durante toda a transmissão, na bola rolando. Ou seja, viram o Tigre sucumbir e merecer a derrota diante do Brusque.
É claro que eu estava narrando e não poderia ficar olhando eles direto. Mas, mesmo assim, todo o staff mostrava-se indignado com a atuação, com passes errados, com jogadas não efetuadas, com vaciladas dos jogadores de forma inacreditável.
Deu para perceber que todo mundo estava irritado e, realmente, isso é louvável da direção. Esses dias, eu escrevi aqui que faltava a direção falar e, realmente, ela falou. Ponto para a direção do Tigre. Agora, a situação é a seguinte!?
A direção, que tanto reclamou nas arquibancadas do Augusto Bauer, precisa agir. O que fazer e o que não fazer? Depende dos próprios profissionais tomarem atitudes o suficiente para reverter esse barco à deriva. Ainda a tempo e ainda tem um todo returno pela frente. Mas, com a estrutura do clube, ficar na Série C mais um ano seria irreparável.
Então, a mesma ira da direção em cobrar na hora do jogo, precisa, agora, fazer para que a estrutura e até a motivação dos jogadores sejam renovadas. Porquê, ainda tem tempo de mudar. Mas... não dá para vacilar!



