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Isolamento social em Santa Catarina cai durante flexibilização, mas cuidados preventivos aumentam

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No último domingo, isolamento social no Estado ficou em 55,6%

Por Lucas Renan Domingos27 de abril de 2020 2 min de leitura
Reprodução

Santa Catarina tem 1.476 casos confirmados de Covid-19 e 44 mortes em decorrência da doença. Os números foram atualizados pelo governador Carlos Moisés na noite desta segunda-feira, dia 27. Durante a coletiva, o comandante geral da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), coronel Araújo Gomes, também apontou o número do isolamento social no Estado, que chegou a 55,6% no último domingo, dia 26. Ao longo da semana, em dias úteis, esse valor cai para 45%.

Os dados são retirados do monitoramento da localização anônima de 1,5 milhão de celulares dos catarinenses. No domingo do dia 19 de abril, o isolamento era ainda maior, chegando a 63%. Por outro lado, a Polícia Militar (PM) e a Polícia Civil notaram um crescimento na obediência das regras impostas pelo Estado para a flexibilização das atividades.

A Polícia Militar (PM) esteve na última semana dando cumprimento a um novo momento de atuação na prevenção a transmissão e ao contágio da Covid-19. A ênfase foi a fiscalização do cumprimento das normas que foram estabelecidas para a Saúde nas atividades econômicas ou ocupação do espaço público e flexibilizadas.

“Na fiscalização, mudamos o método. Passamos a ser mais paliativos e estamos fazendo as fiscalizações sem depender de denúncias. Isso fez com que ao longo da semana fossem 1.500 fiscalizações por dia, totalizando 8,7 mil. Apenas 205 dos casos realmente apresentaram alguma alteração e em 204 foi resolvido com autuação ou orientação. Apenas em uma ocasião tivemos que fazer a interdição. Embora tenhamos um grau de isolamento social menor, nós temos uma maior aderência das pessoas, do comércio, das indústrias às regras estabelecidas”, disse Gomes.

Para melhorar a amostragem, as fiscalizações também são feitas em setores diversificados. Entre as atividades estão os serviços essenciais, comércio de rua, restaurantes e bares, setor automotivo, indústrias, obras, atividades autônomas e entidades financeiras.

“A gente não quer que o público seja constantemente fiscalizado. Mas se preciso for, para evitar excessos, o Estado estará presente”, destacou o governador Carlos Moisés.

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