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Lombardia busca a reabertura parcial em 4 de maio

Região da Itália foi a mais atingida no país

Por André Abreu

2 min de leitura

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A região da Lombardia, no norte da Itália, pedirá ao governo para autorizar a retomada das atividades de produção a partir do dia 4 de maio, em conformidade com novas regras sanitárias para prevenir o avanço do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

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De acordo com comunicado do governo regional, as autoridades da região estão trabalhando com um plano de reabrir escritórios e empresas e, posteriormente, escolas e universidades em horários alternados.

"A Lombardia olha para o futuro e planeja a 'nova normalidade' em nome da prevenção, tratamento e planejamento. A partir de 4 de maio, a região solicitará ao governo que dê luz verde às atividades de produção em conformidade com o plano de reabertura Quatro D'", diz a nota.

O governo da Lombardia explica que o projeto, batizado de 'Quatro D', prevê a garantia de: Distância (pelo menos um metro entre as pessoas); Dispositivos (máscara obrigatória para todos); Digitalização (obrigação de trabalho inteligente para as atividades); e Diagnóstico (testes sorológicos realizados a partir de 21 de abril).

"Um exemplo da nova normalidade será a abertura das atividades escalonadas durante toda a semana para evitar a superlotação dos transportes públicos", acrescenta o texto.

As autoridades listaram diversas estratégias as quais a Lombardia está desempenhando um papel de liderança em meio à pandemia do novo coronavírus. Entre elas há as demissões com garantia, um plano de apoio às pequenas e médias empresas e benefícios para profissionais da saúde.

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"É o caminho da liberdade para a Lombardia", afirmou o governador da região, Attilio Fontana.

Apesar do pedido, o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, ainda está trabalhando em conjunto com os ministros para chegar à "fase dois" e facilitar as medidas restritivas com base em um plano articulado e bem planejado, de modo a conter o risco de que a curva de contágio suba novamente e retorne à fase aguda da emergência.

Segundo fontes do Palazzo Chigi, é por esse motivo que foi criada uma força-tarefa que, em diálogo com os cientistas do Comitê Técnico-Científico, terá a tarefa de apresentar vários cenários que servirão de base para a avaliação do governo.

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