Geral

Moradores organizam protesto após casos de furtos de fios e usuários de drogas no Pinheirinho

Criciúma

Mobilização será realizada na próxima terça-feira, dia 31, na avenida Centenário

Por Patrick Stüpp26 de março de 2026 2 min de leitura
Especial Engeplus/Divulgação

A avenida Centenário será fechada na próxima terça-feira, dia 31, para um protesto organizado pela comunidade do bairro Pinheirinho, em Criciúma. A ação ocorrerá a partir das 18h30, em frente a Alianda (apenas referência). A projeção é que mais de 200 pessoas participem, já que são esperadas lideranças de outros bairros, como Santa Augusta, São Luiz, Milanese e Universitário.

O foco da ação é enfatizar a reclamação dos moradores a respeito da frequência dos furtos de fios e também da quantidade de usuários de drogas que transitam pela localidade, frequentando comércios e locais públicos. Segundo o líder comunitário do bairro Pinheirinho, Marlon Zappelini, há um ano que a comunidade vem planejando a ação que será feita na próxima semana.

“Isso tudo é uma decisão da comunidade que está cansada há alguns anos por conta do número de furtos que acontecem todos os dias. Além disso, usuários de cracks também são um problema, que mijam, defecam e utilizam drogas em locais públicos, assustando tanto mulheres quanto crianças. Com isso, tomamos essa decisão e vamos fazer este grande protesto”, pontuou.

‘Comunidade quer ser ouvida’

Além das reclamações sobre as frequentes ocorrências, Zappelini também frisou em entrevista ao Portal Engeplus que os moradores articularam a ação, pois a comunidade quer ser ouvida pelo Poder Público. O lider comunitário enfatizou para a reportagem que o bairro Pinhieirinho está ‘desvalorizado’, onde os comércios e as residências são prejudicadas e o ramo imobiliário está em decadência.

“A comunidade quer ser ouvida em relação as medidas que serão tomadas no bairro Pinheirinho. Estamos querendo conversar com a Prefeitura de Criciúma, mas não estamos conseguindo. Estamos sendo afetados, já que frequentemente amanhecemos sem energia por conta dos furtos. Não é o que gostariamos de fazer, mas não estamos sendo ouvidos”, frisou.

Compartilhar:

Notícias relacionadas