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Moradores questionam derrubada de árvores em Siderópolis; veja vídeo

Mais de 10…

Fato aconteceu na manhã desta sexta-feira, dia 15, no bairro Vila Rica

Por Patrick Stüpp15 de agosto de 2025 2 min de leitura
Especial Engeplus

Moradores do bairro Vila Rica, em Siderópolis, estão questionando a derrubada de mais de dez árvores, sendo cinco frutíferas. Os cortes foram realizados na manhã desta sexta-feira, dia 15. No local, praticamente 80% das árvores foram derrubadas.

Uma moradora, que não quis ser identificada, reside na comunidade há mais de 20 anos e informou que o ato não foi avisado ou publicado. Entre às árvores cortadas, três delas eram goiabeiras, plantadas por um morador da comunidade já falecido.

“Não foi avisado, não foi publicado, simplesmente derrubaram. E a pergunta que nós moradores temos é, o que realmente será feito? Foi retirado árvores frutíferas que eram casas de várias espécies de aves para colocar concreto e uns coqueiros?”, questionou a moradora.

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“Faltou cuidado, faltou amor”

Uma das reclamações da moradora, em entrevista ao Portal Engeplus, foi que “faltou cuidados e faltou amor” com a natureza local. "Fazer a limpeza, podar, tudo bem, é correto. Ajeitar o morro, mas sem derrubar. As árvores não apresentavam riscos, e se apresentassem, que tirassem os galhos que estavam para cair. É triste demais ver a natureza se acabando”, afirmou.

Além da derrubada de árvores, outro problema também foi apontado pelos moradores. O local passou anteriormente por um processo de revitalização em 2019, porém, restos de materiais foram jogados na natureza, onde a limpeza era feita pela própria comunidade. "Tanto para a gestão anterior quanto para a atual, solicitamos várias vezes que retirassem os materiais deixados, mas esse pedido nunca foi atendido”, contou.

Para a reportagem, a moradora apontou que a derrubada de árvores possa ter sido feita por conta de uma nova revitalização que será feita na localidade. O Portal Engeplus entrou em contato com o presidente da Fundação de Meio Ambiente de Siderópolis (Famsid), Vinicius Pasquali Antunes Pinto, mas as ligações não foram atendidas. O espaço segue aberto.

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