'Não tem cabimento': floricultura de Criciúma repudia ataque de sócio contra árbitros
Pronunciamento
Empresa lamentou o fato e afirmou apoiar as vítimas do caso

A Floricultura Floriva se pronunciou após a prisão de um dos sócios, por tentar matar uma equipe de arbitragem a tiros, depois de uma partida de futsal Sub-10, em Criciúma. A empresa repudiou a atitude, afirmou apoiar os profissionais envolvidos e relatou ter recebido ameaças e mensagens relacionadas ao caso nos últimos dias.
Segundo o sócio-proprietário Fernando Machado, o ataque é lamentável e não representa os valores defendidos pela Floriva. “Eu sou pastor e isso não tem nem cabimento. Não abro mão de defender os árbitros e a família deles. Não temos nada a ver com isso. Todo mundo está acoado”, frisou ao Portal Engeplus.
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Machado contou que o estabelecimento recebeu mensagens provocativas após a repercussão da tentativa de homicídio. “Mandaram: quanto que está o peso das coroas? Passamos e falaram: "então é por isso que vocês querem matar as pessoas? Para poder vender coroas?" “Ainda bem que se pronunciaram, se não a loja ia pegar fogo”. São mensagens desse tipo”, relatou.
Filho de dona Iva, assassinada dentro da loja em 2012, o proprietário reforçou a história da floricultura e ressaltou que as ameaças geraram preocupação. “Continuo na loja desde criança e abri para sociedade na pandemia, devido ao aumento da demanda. Vai que me confundem e vem me bater? Por isso, tive que me pronunciar”, pontuou. Confira o vídeo:
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