Unesc
Negritude e identidade são debatidos durante 12º Maio Negro
Cultura africana e representações estarão presentes nos encontros
Por Redação Engeplus
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Um espaço para debates sobre a cultura africana e suas influências na sociedade, questões de gênero e identidade e para a manifestação artística de grupos da região. Assim é 12º Maio Negro, que em 2015 tem como tema “Negritude, Identidade e Imigrações Contemporâneas”. O evento é gratuito e aberto ao público em geral e ocorre nos dias 13, 15, 19 e 20 de maio em diversos locais da Unesc.
Promovido pela Universidade, por meio da Prograd (Pró-Reitoria de Ensino de Graduação), pelo Neab (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Étnico-Raciais, Indígenas e de Minorias) e pelo curso de História, o Maio Negro tem o apoio da Copirc (Coordenadoria de Promoção de Igualdade Racial de Criciúma) e da ACR (Anarquista Contra o Racismo).
Segundo a coordenadora do Neab da Unesc, Janaína Vitório, o Maio Negro tem o objetivo de refletir histórias coletivas e dar visibilidade aos grupos que trabalham questões relacionadas à identidade cultural negra, ao reconhecimento das diferenças e identidades étnico-raciais. “Neste ano acrescentamos as imigrações contemporâneas aos debates. Nossa região, especialmente o município de Criciúma, recebeu muitas pessoas vindas de países africanos nos últimos meses. Vamos debater a questão e ouvir estas pessoas, conhece-las melhor”, comenta.
A programação do Meio Negro inclui oficinas como a de trança, uma benção com representantes das religiões católica, evangélica e africana, conversa sobre identidade e luta da mulher negra na sociedade e a palestra “Identidade Diáspora Africana”, com o professor doutor Christian Muleka Mwewa da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria). Mwewa é doutor em Ciências da Educação e pesquisador sobre sociedade e manifestações culturais afro-brasileiras.
Colaboração: Milena Nandi/Comunicação Unesc



