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Sintonia Fina

Novo auxiliar enfatiza rápido entrosamento da comissão técnica

“Todo mundo está remando no mesmo barco”, garante Alexandre Pinto

Por Redação Engeplus

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Foto: Marcelo de Bona

Se dentro de campo o Criciúma ainda segue trabalhando forte em busca do entrosamento ideal, fora das quatro linhas do gramado o Tigre já encontrou a sua sintonia fina. Isso é o que garante o auxiliar técnico Alexandre Pinto, que chegou ao estádio Heriberto Hülse junto com o técnico Ricardo Drubscky.

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“O entrosamento está muito bom. Para início de trabalho, não esperava que fosse entrosar tão rápido assim. São pessoas voltadas para o sucesso, querendo vencer aqui no Criciúma, e com a gente vencendo o Criciúma irá vencer também, é lógico. Todo mundo está remando no mesmo barco, e isso vai dar muito certo. Estamos com uma expectativa muito boa”, avalia Alexandre Pinto.

O novo auxiliar conheceu o atual comandante tricolor quando jogava no Ipiranga de Manhuaçu (MG). Alexandre era o capitão do time que tinha Ricardo Drubscky, na época com 37 anos, iniciando a sua carreira como técnico. Em 2012, Alexandre e Drubscky trabalharam juntos na comissão técnica do Volta Redonda (RJ), e no final de 2013 surgiu o convite de Drubscky para trabalharem juntos novamente, dessa vez no Criciúma. “Aceitei prontamente, pois o Criciúma é um time grande, de primeira divisão. Trabalhar com ele é sempre especial. Sempre admirei o professor. Ele dá muita abertura, a gente conversa muito. Só que a palavra final é sempre dele. O Ricardo Drubscky, pela inteligência, o carinho, a dedicação, é um profissional diferente e muito gabaritado”, pontua o auxiliar técnico.

Natural do Rio de Janeiro, Jorge Alexandre Paula Pinto, tem 45 anos, e começou a sua carreira no mundo do futebol jogando nas categorias de base do Vasco da Gama. No entanto, o seu primeiro time profissional foi o Hercílio Luz, de Tubarão. “Em 1989 o Vasco fez um convênio com o Hercílio Luz. Eu estava naquele grupo de 18 jogadores que vieram para Santa Catarina, mais a comissão técnica, junto com roupeiro e tudo. O Vasco pagava parte do salário e a gente recebia a outra parte por aqui. Éramos todos jovens, eu tinha 20 anos, outros tinham 19, 18, e no primeiro turno do Campeonato Catarinense ninguém conhecia a gente. Pela nossa estatura mediana, os garotos eram todos pequenos, falavam que éramos os sete anões. De grande só tinha eu e outro zagueiro, o goleiro, e o nosso centroavante, o resto todo era baixinho”, relembra Alexandre.

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“O primeiro turno foi excelente, chegamos a jogar contra o Criciúma, que era o líder, e nós éramos o vice-líder. O jogo foi 1 a 1, e lotou o estádio lá em Tubarão. Depois o pessoal começou a bater muito, e os pequeninos foram voltando para o Vasco para fazer tratamento e não voltaram mais. No segundo turno brigamos para não cair para a segunda divisão e jogamos o jogo decisivo contra o Próspera. Foi um experiência única”, completa Alexandre, que ainda acumulou passagens em Santa Catarina pelo Brusque, Ferroviário e Tubarão.

Em seu retorno a Santa Catarina, Alexandre Pinto ficou impressionado com a boa estrutura de trabalho proporcionada pelo Criciúma Esporte Clube. “A estrutura é muito boa. No ano retrasado, eu estava trabalhando nos juniores do Vasco e posso falar tranquilamente: o Criciúma tem uma estrutura melhor que o Vasco. Pode ter um nome menor, uma força menor no cenário brasileiro, mas a estrutura que o Criciúma tem é muito acima”, elogia o auxiliar.

No vídeo, Alexandre Pinto fala sobre a aceitação do grupo tricolor ao trabalho desenvolvido pela comissão técnica.

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