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Novo consórcio de saúde de prefeituras dissidentes do CIS-Amrec se chamará CIS Macro Sul

Protocolo de intenções para criação foi encaminhado para as Câmaras de Vereadores

Por Lucas Renan Domingos

2 min de leitura

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Foto: Freepik

Está caminhando a proposta das prefeituras de Criciúma, Forquilhinha, Cocal do Sul, Nova Veneza e Siderópolis para a criação de um novo consórcio de Saúde. O protocolo de intenções, documento que fixa as regras que deverão ser seguidas no decorrer do consórcio, foi publicado nessa terça-feira, dia 25, no Diário Oficial da Prefeitura de Criciúma.

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O protocolo de intenções já foi encaminhado para as Câmaras de Vereadores das cidades interessadas em fazer parte do consórcio. É preciso que a proposta seja aprovada em ao menos duas casas legislativas para que o consórcio seja instalado.

O documento aponta também o nome do consórcio, que será chamado de Consórcio Intermunicipal de Saúde Macro Sul (CIS Macro Sul). O protocolo de intenções ainda define quais cargos serão criados e respectivos salários para que o CIS Macro Sul possa ser efetivamente colocado em prática. Serão duas funções comissionadas (diretor executivo e assessor jurídico) e seis profissionais contratados por concurso público (contador, controlador interno, enfermeiro, farmacêutico, auxiliar administrativo e assistente de logística).

Rompimento com o CIS-Amrec

A criação do CIS Macro Sul foi colocada em pauta depois que os cinco município que desejam montar um novo consórcio definiram que sairão do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Amrec (CIS-Amrec). O rompimento foi a consequência de um desacordo entre prefeitos da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec).

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O desentendimento passou pela troca de diretores na associação e no consórcio. Quando se tornou presidente da Amrec, Agenor Coral, o Noi Coral, presidente da Amrec e prefeito de Morro da Fumaça, substituiu a diretoria executiva da entidade. Demitiu Nelson Silva do cargo e contratou Clédio Fachin, por querer uma pessoa de sua confiança na função.

Seis dos 12 prefeitos da Amrec pediram, então, que o prefeito de Morro da Fumaça colocasse Silva na diretoria do CIS-Amrec. Como não possui gerência sobre o consórcio, Noi Coral alegou que não poderia fazer a substituição, gerando uma ruptura.

Insatisfeitos com a gestão do CIS-Amrec e querendo a saída de Roque Salvan, atual diretor do consórcio, as prefeituras de Criciúma, Forquilhinha, Nova Veneza, Siderópolis e Cocal do Sul, pararam de efetuar o pagamento da mensalidade para a Amrec e decidiram sair do consórcio do qual ainda fazem parte, mas que deixarão em breve.

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