Fim aos 100%
"O futebol não tem muita justiça", avalia Moacir Jr.
Em sua estreia no Heriberto Hülse, Moacir Júnior conhece a sua primeira derrota no comando do Criciúma
Por Redação Engeplus
2 min de leitura

Após garantir duas vitórias fora de casa, Moacir Júnior perdeu o 100% de aproveitamento logo em sua primeira partida no estádio Heriberto Hülse. Na leitura do técnico do Criciúma, após o revés, por 2 a 0, para o ABC, o resultado foi injusto, pois a partida foi marcada por dois tempos distintos, e o time carvoeiro merecia uma melhor sorte na noite desta sexta-feira.
“No primeiro tempo conseguimos encaixar a marcação e exercer uma certa pressão. O Criciúma foi dono do jogo, soberano, sem se expor em momento algum. Não demos chance ao adversário. Prova disso foi que o Edson quase não teve trabalho. Na etapa final voltamos com a proposta de fazer o resultado, e não conseguimos esse encaixe, deixamos um pouco de espaço e tomamos o primeiro gol. Depois tentamos algumas situações, fizemos substituição para o time ficar mais ofensivo e tentasse o empate, e depois a virada. A reação foi tentada. Mas fomos assolados pelo segundo gol. Foram dois tempos distintos. Eles aproveitaram bem o momento no segundo tempo, foram mais eficientes e acabaram levando o resultado. O futebol não tem muita justiça. Havíamos projetado atingir os seis pontos na segunda rodada, mas não foi possível. Agora, precisamos buscar a vitória lá em Recife”, avalia Moacir Júnior.
Conforme o comandante tricolor, após sair atrás do placar, as mudanças necessárias na equipe foram feitas para tentar buscar o empate, porém sem sucesso. “Jogando em casa a gente não pode se acovardar, quando está com o resultado adverso, e não tentar algo diferente. Mas, infelizmente, as coisas não aconteceram como a gente projetou”, lamenta o técnico.
Ainda de acordo com Moacir Júnior, não existe um culpado pela derrota em casa, e o time aumentará o seu rendimento após essa fase de transição na equipe devida a chegada de novos jogadores, e o retorno de alguns atletas lesionados. “Não gosto de especificar um ou outro atleta. Quando perde, perde o grupo todo. Assim como em Mogi Mirim foi todo mundo que ganhou. Estamos passando por um momento de readaptação, e o Criciúma vai crescer durante a competição. A Série B é assim, as vitórias, os empates, as derrotas vão acontecer. Mas temos que nos recuperar o mais rápido possível”, pontua o técnico.



