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Obra da nova sede do Saer no Aeroporto Diomício Freitas supera 50% de execução

Avanço

Polícia Civil planeja transferência para o espaço até o fim de 2026

Por Lucas Renan Domingos24 de fevereiro de 2026 2 min de leitura
Polícia Civil/Divulgação

A construção da nova sede do Serviço Aeropolicial (Saer) no Aeroporto Diomício Freitas, em Forquilhinha, superou os 50% de execução. O prazo de entrega é agosto e a expectativa da Polícia Civil de Santa Catarina é que a unidade seja transferida para o espaço até o fim de 2026.

“A parte estrutural está pronta, as paredes já foram levantadas. Agora a empresa responsável trabalha no telhado, que está quase 90% concluído. Na sequência, virão as etapas que levam mais tempo, que é rebocar as paredes colocar as portas e janelas, os pisos e outras fases de acabamento”, enumerou o delegado Gilberto Mondini, coordenador do Saer em Santa Catarina.

A sede atual da companhia fica no bairro Vila Macarini, em Criciúma. No local também funciona o atendimento aeromédico, em parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A transferência, analisa o delegado, gerará economia e melhorias na capacitação dos policiais e socorristas e no atendimento nas ocorrências.

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“Ao fim de cada operação, precisamos ir até o aeroporto reabastecer para depois retornar para a nossa base. Estando no aeroporto, este deslocamento não será mais necessário. Além disso, o prédio onde está o Saer tem um custo mensal de aluguel que não vai mais existir. Teremos ainda mais espaço para realizar treinamentos das equipes e a área possui mais segurança, tendo em vista que já há vigilância do aeroporto e cercamento”, elencou Mondini.

Serão 1.146,23 metros quadrados de área construída, em dois pavimentos, contendo: heliponto, hangar, estacionamento, dormitórios, área social, administração, almoxarifado, mecânica, farmácia, academia, cozinha e outros setores. O valor do investimento será de R$ 2.140.196,13.

As operações ficarão por conta da Polícia Civil, que disponibilizará 18 policiais, entre pilotos, copilotos e tripulantes, além de dois enfermeiros e cinco médicos, por meio de um convênio com a Secretaria Estadual de Saúde.

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