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Prefeitura de Criciúma busca liberação do pavilhão da Cecrisa e espera solução nos próximos dias

Próspera

A área com cerca de 60 mil metros quadrados

Por Rafaela Custódio17 de março de 2026 2 min de leitura
Thiago Hockmüller/Arquivo Portal Engeplus

A Prefeitura de Criciúma deve receber nos próximos dias a definição sobre o pavilhão da Cecrisa, adquirido pelo município por R$ 10 milhões no ano passado, no entanto, a área ainda não foi entregue ao governo municipal devido a problemas de matrícula.

A área, com cerca de 60 mil metros quadrados (m²), pertencia às Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc). Entretanto, a Celesc possuía a posse do local, enquanto a propriedade ainda estava registrada em nome do Estado.

“Encaminhamos, na última semana, à Celesc e ao secretário de Estado da Administração de Santa Catarina, Vânio Boing, os pareceres da situação. Tivemos, ao longo da semana passada, com a Celesc, um termo de cessão para que o município possa já entrar no local, fazer toda a demolição controlada daquelas paredes e também trazer mais segurança para aquela região, visto que o pavilhão acaba sendo usado por pessoas que vão para lá, acabam dormindo e fazendo o que não devem. Porém, não podemos entrar no local porque não temos legitimidade para isso”, comentou o prefeito Vagner Espíndola em entrevista ao jornalista João Paulo Messer, da Rádio Eldorado.

Conforme o prefeito, há um projeto tramitando na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), mas, enquanto esse projeto é aprovado, o município precisa ter acesso ao espaço para iniciar os trabalhos. “Por isso precisamos da cessão de uso e encaminhamos essa demanda à Celesc e ao Vânio Boing. Agora, durante esta semana, devemos ter o desfecho da situação para que possamos entrar e começar a realizar esses trabalhos, que são tão importantes, e depois, sim, fazer toda a demolição”, frisou. Para o prefeito, o local deverá se tornar um dos maiores centros de inovação de Santa Catarina.

Parque Empresarial de Inovação Leonardo da Vinci

A Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) elaborou um estudo e um plano de negócios para o espaço. O nome Parque Empresarial de Inovação Leonardo da Vinci foi escolhido em referência à versatilidade e à genialidade de Da Vinci.

O novo espaço em Criciúma terá foco em ciência, arte, política, engenharia, tecnologia e, claro, inovação. Além disso, conforme o estudo apresentado pela Fiesc, o projeto une quatro setores: iniciativa privada, sociedade civil, governo e academia. O objetivo da Federação das Indústrias é também que o novo local se torne um corredor de inovação para Criciúma.

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