Presídio Santa
Presídio Santa Augusta pode ter empresa para reclusos trabalharem
A princípio, empresa construiria um pavilhão para que os presos pudessem trabalhar
Por Redação Engeplus
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O presídio Santa Augusta pode ter, nos próximos meses, uma empresa de alumínios para que os reclusos possam trabalhar enquanto cumprem a pena no regime fechado. De acordo com o gerente da unidade prisional, Jovino Zanelatto, a empresa não quer ter o nome divulgado por enquanto, mas os presos fariam portas e janelas de alumínio em horário comercial.
Há um mês a empresa ocupa duas salas do presídio, e emprega 20 reclusos das alas masculina e feminina. Se os planos derem certo, um pavilhão será construído próximo à ala onde, atualmente, os presos trabalham na fábrica de lajotas. “A intenção da empresa é de dar trabalho para 100 reclusos, e pagar um salário mínimo enquanto eles estiverem presos”, explica o gerente.
A oportunidade se estende para o momento em que o preso for liberado para cumprir liberdade condicional ou regime semi-aberto. “A empresa deseja que o recluso continue a trabalhar para ela, e o salário pago subirá e será igual ao dos demais funcionários da empresa que estão neste patamar”, avalia Zanelatto.
O horário de expediente seria, a princípio, de oito horas diárias, uma vez que o presídio é um local de segurança. “Acredito que não será possível fazer dois turnos de trabalho. Essa oportunidade chegou ao Santa Augusta graças ao Poder Judiciário, que permitiu que os presos do regime semi-aberto trabalhassem em outras empresas da cidade. Isso serviu de amostras para que novas empresas tivessem interesse na mão de obra dos reclusos”, pontua o gerente da unidade prisional.



