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Criciúma

Presídio Santa Augusta zera casos de Covid-19 em detentos; mais de 150 presos foram contaminados

Todos os presos passaram por isolamento social; unidade conta com mil detentos

Por Rafaela Custódio

2 min de leitura

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Foto: Rafaela Custódio / Arquivo Portal Engeplus

Os números de casos confirmados de coronavírus estão aumentando diariamente em Criciúma. Nas últimas 24 horas, a Capital do Carvão confirmou 78 novas pessoas contaminadas com a doença e a cidade já chegou a 3.678 infectados com o novo vírus e 1.670 recuperados. Mas uma notícia vinda do Presídio Santa Augusta traz um alento. A unidade prisional zerou os casos de Covid-19 e atualmente nenhum preso está com a doença.

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Conforme juíza Débora Driwin Rieger Zanini, titular da Vara de Execuções Penais de Criciúma, 154 detentos foram contaminados com o coronavírus no Presídio Santa Augusta, porém todos estão curados. “Nós conseguimos zerar os casos de Covid-19 no presídio. Todos estão recuperados e passam bem. Ninguém precisou ser hospitalizado e os detentos passaram por isolamento e acompanhamento da equipe de Saúde da unidade”, comenta.

Segundo a juíza Débora, o cuidado neste momento está sendo com os homens que chegam à unidade prisional. “Estamos tomando uma série de medidas com os presos que chegam ao presídio. Eles passam por isolamento de 14 dias. Até o momento, estamos com o quadro zerado em relação ao coronavírus”, pontua.

“O mérito é da equipe de Saúde do Presídio Santa Augusta e da direção prisional. Os profissionais não mediram esforços para que os detentos fossem curados. Estou muito satisfeita com o trabalho e empenho de todos”, afirma a juíza. “Não queremos que o caos se instale na unidade, zelamos pela saúde de todos, independemente se for detento ou não”, completa.

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Casos confirmados na Penitenciária Feminina de Criciúma

A Penitenciária Feminina de Criciúma está com dois casos de coronavírus. As mulheres voltaram contaminadas ao sistema prisional após saída temporária. “Elas foram testadas e o resultado apontou positivo para coronavírus. As duas mulheres estão em isolamento, mas passam bem. Nesta unidade, temos cerca de 300 presas e não temos superlotação”, finaliza a juíza.

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