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Primeiro tiro da artilharia brasileira na Segunda Guerra Mundial será reencenado em Criciúma

Batismo de Fogo

Em 2026, município receberá novamente mais uma edição do evento

Por Patrick Stüpp04 de setembro de 2026 2 min de leitura
28° GAC | Divulgação

O município de Criciúma será palco novamente da reencenação do primeiro Tiro de Artilharia da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial. Inicialmente marcado para o dia 16 de setembro, o evento foi transferido para o mês de outubro e será feito na Capela São Sebastião, no bairro Morro Albino, a partir das 14 horas.

Segundo o comandante do 28° Grupo de Artilharia de Campanha (GAC), tenente-coronel Augusto Cesar Rodrigues Fortes, a finalidade da ação que chega a sua 6ª edição no Sul de Santa Catarina é recriar com fidelidade histórica o ‘Batismo de Fogo’ do Brasil. A encenação atrai um público de aproximadamente 250 pessoas por cada edição.

“O evento encera o exato momento em que a artilharia brasileira realizou o primeiro disparo contra as forças nazi-facistas na Itália, realizado no dia 16 de setembro de 1944. Diante disso, a iniciativa visa resgatar e divulgar a história militar nacional de forma prática e imersiva para o público geral e estudantes”, frisou o comandante.

Encenação atrai um público de aproximadamente 250 pessoas. (Foto: 28° GAC | Divulgação)

O papel educativo

Além de estudantes, o evento também reúne moradores, autoridades e familiares de pracinhas. O momento é encenado de forma conjunta com o Grupo de Reencenação Histórica Monte Castelo e militares da ativa pertencentes ao 28° Grupo de Artilharia de Campanha. As edições anteriores foram realizadas em Nova Veneza, no ponto turístico das Casas das Pedras.

“A cidade de Criciúma sediou a encenação pela primeira vez em 2025, como parte das comemorações oficiais do centenário de emancipação político-administrativa do município. Neste ano, a atividade será realizada no mês de outubro, devido algumas atividades operacionais do 28° GAC”, pontuou tenente-coronel.

Fortes ressaltou que o evento possui valor cívico, pois ajuda a despertar o patriotismo nas novas gerações e ensina o papel que o Brasil desempenhou no combate a regimes totalitários na Europa. “Também preserva a memória nacional e presta tributo à bravura dos pracinhas brasileiros, especial os mil combatentes catarinenses que lutaram em defesa da liberdade e democracia”, pontuou.

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