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Fogos de artifício

Procura por fogos de artifício aumenta no fim do ano

Mesmo a queima feita em casa precisa de cuidados para evitar acidentes

Por Redação Engeplus

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Foto: Vanessa Amando

Nos três últimos dias do ano aumenta de forma considerável a procura por fogos de artifício, principalmente nas praias. Já as pessoas de áreas urbanas costumam comprar os explosivos com antecedência. A constatação é do funcionário de uma loja de fogos de artifício no Balneário Rincão, Mauricio Monçalves. Na praia, a loja abre somente durante a temporada de Verão; já em Criciúma, funciona o ano todo, isso há 20 anos.

Entre os itens mais vendidos estão os produtos infantis, classificados como "A" no grau de explosão. São aqueles que geram sons, luzes ou cores, mas sem grande queima. Os fogos infantis são os únicos que podem ser vendidos para menores de 18 anos. Mesmo assim, Monçalves destaca a importância da supervisão de adultos na hora de estourá-los.

Para quem não fica satisfeito somente com o show pirotécnico que algumas praias oferecem e gosta de estourar fogos em casa, o vendedor afirma que os itens com mais saída são as baterias e os foguetes de mão, cuja queima é feita pela própria pessoa. Esses itens são vendidos somente para maiores de idade e Monçalves recomenda outros cuidados.

"É importante evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, a fim de evitar acidentes. Também é preciso ter atenção com o local onde os fogos serão queimados. Todos os itens possuem instruções dos fabricantes, o ideal é seguir essas recomendações", destaca.

Comercialização - O vendedor lembra que, para abrir a loja especializada em fogos de artifício, o local passou por uma inspeção do Corpo de Bombeiros e foram realizadas algumas adequações. "Tudo para garantir a segurança de quem vende e também para as pessoas que compram", ressalta.

Entretanto, fogos de artifício ainda são comercializados em mercados, agropecuárias e materiais de construção, por exemplo. "Nem todos os lugares estão regularizados. O cliente precisa prestar atenção nisso. Nas lojas especializadas a orientação é manter todos os fogos nas caixas. Em alguns mercados os produtos ficam expostos, é um risco muito grande", finaliza Monçalves.

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