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Professor e representante do povo Xokleng visita o Museu ao Ar Livre em Orleans

Cultura indígena

Ele ainda esteve na Casa de Pedra, onde está disponível a exposição dos 'Povos Indígenas'

Por Patrick Stüpp06 de agosto de 2024 2 min de leitura
Divulgação/Assessoria de Imprensa

O professor e representante do povo Laklãnõ Xokleng, Micael Vaipon Weitscha, da Aldeia Bugio, localizada no município catarinense de José Boiteux, visitou o Museu ao Ar Livre Princesa Isabel. Ele ainda esteve na Casa de Pedra, onde está disponível a exposição dos 'Povos Indígenas', conhecendo o registro do seu povo na região.

Micael, que tem graduação pela Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) em Licenciatura Intercultural, está cursando o mestrado em Linguística na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde fica localizado o Museu Nacional. Ele relata que ficou sabendo sobre uma família do povo Xokleng que viveu na região a cerca de dois anos, por meio da antropóloga Vanessa Lopes, de Urussanga, que esteve em José Boiteux.


Foto: Divulgação/Assessoria de Imprensa

Depois o jornalista e artista de Daniel Librelato, de Orleans, contou a mesma historia sobre a família indígena, e que o Museu ao Ar Livre estaria com a Exposição sobre os Xoklengs e acervo sobre a colonização europeia. “Surgiu a oportunidade de vir conhecer a história da região. Muita gratidão pela recepção da equipe de museólogos. A partilha dos conhecimentos foi importante, de ambas as partes”, comentou.

Ele se colocou à disposição para ampliar as histórias dos povos indígenas Laklãnõ Xokleng na Instituição, trazendo um grupo para apresentação de dança e canto. “Podemos divulgar junto, mostrando a importância da existência da cultura indígena e da colonização europeia", destacou.

Povo Indígenas

A exposição 'Povos Indígenas: registros dos povos Xoklengs em Orleans e região sul catarinense' é resultado do projeto contemplado pela Fundação Educacional Barriga Verde (Febave), por meio de sua mantida, o Museu ao Ar Livre Princesa Isabel, e desenvolvida pelos seus colaboradores. A proposta foi selecionada pelo Edital da Lei Paulo Gustavo (LPG) D+ SC/2023 e está sendo executada com recursos do Governo Federal e Lei Paulo Gustavo de Emergência Cultural, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

Colaboração: Antônio Rozeng/Assessoria de Imprensa

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