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Projeto de apadrinhamento afetivo é ampliado na comarca de Criciúma

Evento para sanar dúvidas sobre o assunto será realizado no dia 31 de março

Por Thiago Hockmüller

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Foto: Nossa Casa Criciúma/Divulgação

Explicando as diferenças entre apadrinhamento afetivo e adoção, como funciona o apadrinhamento e seus benefícios, tanto para os apadrinhados, quanto para os participantes, acontece em Criciúma no próximo dia 31 de março, mais uma edição do evento “Amor sem medidas”, promovido pela Associação Beneficente Nossa Casa, em parceria com a Vara da Infância e Juventude e Anexos da comarca de Criciúma.

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O evento, que é aberto à comunidade, acontece às 19h30 na sala 104, bloco D, da Associação Empresarial de Criciúma (Acic). Com o tema: “Reflexões sobre apadrinhamento afetivo”, o encontro também irá marcar a ampliação do projeto de apadrinhamento na comarca, que também passará a contemplar as crianças e adolescentes que estão acolhidos institucionalmente nos abrigos Lar Azul e Florescer, de Criciúma.

A conversa será conduzida pela psicóloga Samara Barbosa, à frente do projeto Apadrinhamento Afetivo da Nossa Casa, que irá detalhar como a iniciativa acontece, quem pode participar e sobre a responsabilidade dos padrinhos e madrinhas de uma criança ou adolescente em acolhimento. Mais informações e inscrições para o evento podem ser feitas até dia 29/3 através do telefone (48) 98473-5959.

Sobre o apadrinhamento afetivo

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Iniciado na comarca de Criciúma em 2018, o projeto é direcionado para crianças e adolescentes acolhidos com remotas possibilidades de serem encaminhadas a uma família substituta e busca oportunizar a vivência de vínculos afetivos e a ampliação de experiências sociais, culturais e de convivência familiar dos acolhidos.

Para ser padrinho ou madrinha afetivos é necessário ter idade mínima de 18 anos, sendo a diferença mínima de idade de 16 anos entre padrinho e afilhado, residir em um dos municípios da comarca de Criciúma, não estar inscrito no cadastro para adoção, além da apresentação de documentos. Também é necessário, entre outras coisas, disponibilidade de tempo, de afeto e de prosseguir com o projeto para toda a vida. Os padrinhos e madrinhas irão receber capacitação feita por uma equipe técnica, com preparação e habilitação perante a Vara da Infância.

Colaboração: Fernanda de Maman/Comunicação TJSC/Comarca de Criciúma

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