Criciúma e região
Químicos buscam reivindicações com sindicato patronal
Região possui três mil trabalhadores na categoria
Por Rafaela Custódio
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Os mais de três mil trabalhadores das indústrias químicas de Criciúma e região já iniciaram a busca por reposição salarial e valorização do Programa de Lucros e Resultados (PLR) e do piso salarial da categoria. Depois de assembleias, nessa terça-feira, dia 21, o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Edson Rebelo, o Japonês, entregou um documento ao advogado Vladimir Demarck, assessor jurídico do sindicato patronal, com as reivindicações da categoria.
Segundo Japonês, a categorias está buscando reposição da inflação e ganho real nos salários e valorização do Programa de Lucros e Resultados (PLR) e do piso salarial da categoria, inclusão das gestantes e puérperas afastadas para licença maternidade no PLR e manutenção das demais cláusulas sociais, de segurança no trabalho e econômicas da atual convenção coletiva de trabalho. Os três mil trabalhadores da região carbonífera estão distribuídos em mais de 100 empresas da indústria química da região Sul de Santa Catarina. A categoria tem data base em 1º de agosto.
As reivindicações foram entregues ao advogado Vladimir Demarck, assessor jurídico do sindicato patronal, para ser encaminhado ao novo presidente da entidade, o empresário Marcos Vefago, eleito na noite da última segunda-feira, dia 20. Conforme Japonês, os trabalhadores esperam que o sindicato patronal, que representa os empresários químicos, tenha a mesma agilidade e dinamismo na negociação da convenção coletiva como ocorreu com os patrões do ramo plástico. “Fechamos a convenção dentro do período da data-base de forma rápida e dinâmica, de forma histórica”, pontuou.



