Saúde

Secretaria de Saúde de Criciúma inicia avaliações bucais do SB Brasil no município

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Exames fazem parte da terceira etapa da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal

Por Thiago Hockmüller14 de setembro de 2022 2 min de leitura
Divulgação/Decom

Após realização das pesquisas de campo e dos levantamentos realizados nas residências, a Secretaria Municipal de Saúde inicia na próxima segunda-feira, dia 19, as avaliações bucais da terceira e última etapa da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal SB Brasil no município de Criciúma. O projeto é o maior levantamento de saúde bucal do país e, através de três etapas, busca propor estratégias para melhorar as necessidades odontológicas da população, com a finalidade de avaliar a condição e saúde bucal dos brasileiros.

Segundo o residente em Atenção Básica e responsável pela área técnica de Saúde Bucal da Secretaria Municipal de Saúde, Cristian da Silva Serpa, esta etapa é a mais importante das três etapas que consistem na pesquisa. “Podemos dizer que a última etapa é a pesquisa, propriamente, dita. Principalmente, porque por meio de entrevistas com os pacientes vamos analisar os seus dados socioeconômicos e sociodemográficos, além de realizarmos uma avaliação bucal completa em cada um dos moradores”, ressaltou.

Conforme o residente de saúde bucal, com uma equipe composta por três dentistas da região da Próspera serão realizados um total de 500 exames nesta etapa, por meio dos levantamentos coletados na segunda etapa da pesquisa. “Os exames serão divididos em faixas etárias entre crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, sendo avaliados a ausência de dentes, presença de cáries dentárias ou próteses, bruxismo e entre outras avaliações”, explicou.

Pesquisa Nacional de Saúde Bucal

De acordo com Serpa, acontecendo a cada dez anos esta é a terceira edição da pesquisa e Criciúma é a única cidade da região Sul, entre os 422 municípios, escolhida para participar da coleta de dados neste ano. “Desde sua primeira edição a pesquisa já demonstrou ser importante, realizando melhorias nas redes de atenção de saúde e criando ações que deram mais acessos nas áreas de especialidades odontológicas que antes não eram ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, destacou.

Colaboração: Patrick Stüpp/Engeplus

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